Comida pronta no Domingo, demonstração da bondade de Deus :-)

Parece uma coisa simples, mas receber uma comida gostosa prontinha é muito bom, não é mesmo? Pois é, isso aconteceu conosco 🙂
Ontem recebemos uma visita que nos trouxe comida pronta, suficiente pra eu não ter que cozinhar hoje, no domingo! Tanto eu como o Martin ficamos contentes, porque eu não teria que gastar tempo cozinhando. Hoje pudemos almoçar mais cedo e depois fazer uma boa caminhada. Deus é muito bom!

Ser grato a Deus pelas coisas mais simples que nos acontecem torna nossa vida mais significante e prazerosa!

De acordo com a FAO (Organização para Alimentação e agricultura), a fome é a realidade na vida de 805 milhões de pessoas no mundo, que devido a falta de alimentos estão em situação de desnutrição.

Além de ser agradecidos por termos o suficiente é bom orarmos por aqueles que não tem o que comer, para que a misericórdia de Deus os alcance.

Que nunca falte o alimento em sua mesa e um coração cheio de gratidão a Deus.

Fazes o pasto crescer para os animais,

e as plantas, para as pessoas cultivarem.

Permites que, da terra, colham seu alimento:

(Salmo 104:14 NVT)

SIMCHAT TORÁ: “A alegria da lei do SENHOR”

Simchat Torá é o dia feliz em que se conclui as leituras semanais ao longo do ano através dos cinco livros de Moisés. Ela começa em Israel, na noite anterior ao oitavo dia de Sucot, o último dia que, como o primeiro, deve ser observado como um dia de descanso, um “Shabat” (Levítico: 23: 34-36; 39). Fora de Israel Simchat Torá é celebrada no nono dia seguinte (que começa na noite do oitavo). Há grande alegria nas sinagogas e nas congregações messiânicas durante esta festa, com músicas, proclamações, e danças com os rolos da Torá, que foram retirados de suas “arcas”.

Para esta leitura final da Torah, são lidos os dois últimos capítulos de Deuteronômio. Em seguida, o rolo é revertido para o início do livro de Bereshit (Genesis) “No Princípio” -e com a leitura do capítulo um e os três primeiros versículos do capítulo dois de Gênesis, o ciclo começa de novo! Por fim, o Haftarah fechando carrega a história depois da morte de Moisés até o primeiro capítulo do livro de Josué. Uma nova geração de israelitas está prestes a entrar na Terra e seu líder é cobrado pelo SENHOR:

“Somente seja forte e muito corajoso! Tenha o cuidado de obedecer a toda a lei que o meu servo Moisés lhe ordenou; não se desvie dela, nem para a direita nem para a esquerda, para que você seja bem-sucedido por onde quer que andar. Não deixe de falar as palavras deste Livro da Lei e de meditar nelas de dia e de noite, para que você cumpra fielmente tudo o que nele está escrito. Só então os seus caminhos prosperarão e você será bem-sucedido. Não fui eu que lhe ordenei? Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar”. (Josué 1:7-9)


A palavra “Torá” significa uma “direção” ou “ensino” (Concordância de Young). Muitas direções divinas e ensinamentos foram liberados pelos hebreus como os “oráculos de Deus” (Romanos 3: 2), e seu amor e atenção a eles é refletida nos Salmos: “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios mas tem o seu prazer na Torá de YHWH-o Senhor “(Salmo 1, 1-2); “A Torá de YHWH é perfeita, e refrigera a alma” (Salmo 13: 7); . “A boca do justo fala a sabedoria, e seus língua fala de justiça da Torá do seu Deus está em seu coração; os seus passos não vacilarão” (Salmo 37: 30-31). Só no Salmo 119, a Torá, Lei do SENHOR é mencionada pelo menos 25 vezes!

Festa dos Tabernáculos – lembrando o passado e mirando o futuro

Sábado, dia 03 de outubro, teve início a festa dos Tabernáculos, ou Cabanas, como é mencionado nas Sagradas Escrituras (Lev.23:33-44)

A festa de Sucot/Tabernáculos é, antes de tudo, uma lembrança da maneira como Deus cuidou dos filhos de Israel, quando eles peregrinaram do Egito para a Terra Prometida. Embora eles não tivessem casas permanentes, foram guardados e protegidos por Deus. O Senhor proveu pra eles a cobertura, o alimento diário e tudo o que precisavam durante os 40 anos.

Sucot é também um lembrete de que Deus desceu para habitar entre o seu povo, sendo que a glória Shekinah, era um símbolo visível da sua presença, que enchia o tabernáculo durante a jornada.

Portanto Tabernáculos é tempo de alegria e ação de graças ao Senhor por Sua provisão e sustento, somos lembrados que de fato ainda estamos em habitações temporárias-que, como diz uma velha canção americana, “este mundo não é meu lar, estou apenas de passagem por aqui”. Somos peregrinos aqui na terra. Nossa vida é uma passagem. Essa vida aqui não é a vida real!

Que possamos nestes dias refletir sobre a transitoriedade de nossas vidas, bem como nos alegrarmos ao contemplarmos o dia em que o Tabernáculo de Deus estará novamente no meio dos homens.

E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles e será o seu Deus. E Deus limpará de seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque as primeiras coisas são passadas.

(Apocalipse 21:3,4)

Sukkoth in Kfar Etzyon, Gush Etzyon, Israel.סוכות בכפר עציון, גוש עציון, ישראל

A vocação de Berlim

Hoje é um feriado importante aqui na Alemanha. O país comemora o dia da unidade alemã, que nesse ano celebra 30 anos da reunificação. Pra comemorar deixo aqui um texto sobre Berlim que acabei de traduzir. É o ponto de vista de um intercessor!

A vocação de Berlim
A história de Berlim, agora nossa capital e sede de
governo do nosso país remonta ao século XIII.
A história alemã foi feita em Berlim de muitas maneiras. Muitos
debates culturais e políticos, bem como disputas ideológicas
têm sua origem aqui em Berlim e isso ainda é verdade hoje.
A cidade passou por muitos momentos de convulsão.
A divisão da Alemanha, com a construção do Muro, não foi experimentado tão diretamente em nenhum outro lugar senão Berlim, como um
realidade tangível e dolorosa.
Com a reunificação da Alemanha, Deus abriu um novo
capítulo e Berlim se tornou a “cidade da unidade” e um
símbolo do derramamento da graça de Deus e operação de milagres.

A mensagem que chega até nós de Berlim é que o que Deus tem
feito ali, Ele pode fazer em qualquer outro lugar do mundo. Não somente
liderança política, mas também espiritual, deve ser evidente nesta
cidade, junto com um espírito de servo e entendimento sábio.
Berlim precisa do nosso amor e da ajuda e orientação de Deus. o
o destino e o futuro de Berlim são importantes para todos nós.

Oremos para que os planos redentores de Deus pra Berlim e pra Alemanha se cumpram.

FONTE: Sentinela alemã

Vida ou morte: A escolha é sua!

15 “Agora ouçam! Hoje lhes dou a escolha entre a vida e a morte, entre a prosperidade e a calamidade. 16 Pois hoje ordeno que amem o Senhor, seu Deus, e guardem seus mandamentos, decretos e estatutos, andando em seus caminhos. Se o fizerem, viverão e se multiplicarão, e o Senhor, seu Deus, abençoará vocês e a terra em que estão prestes a entrar para tomar posse dela.

17 “Se, contudo, seu coração se desviar e vocês se recusarem a ouvir, se forem levados a seguir e adorar outros deuses, 18 eu os advirto hoje de que certamente serão destruídos. Não terão uma vida longa e boa na terra que estão atravessando o Jordão para ocupar.

19 “Hoje lhes dei a escolha entre a vida e a morte, entre bênçãos e maldições. Agora, chamo os céus e a terra como testemunhas da escolha que fizerem. Escolham a vida, para que vocês e seus filhos vivam! 20 Façam isso amando, obedecendo e apegando-se fielmente ao Senhor, pois ele é a sua vida! Se vocês o amarem e lhe obedecerem, ele lhes dará vida longa na terra que o Senhor jurou dar a seus antepassados Abraão, Isaque e Jacó”. (Dt. 30:15-20 NVT)

Neste texto das Escrituras podemos entender que a vida exige uma escolha. Deus desde o início instruiu o seu povo a escolher a vida e não a morte. Não podemos simplesmente nos submeter passivamente às circunstâncias com a atitude “o que vier será “. Deus deixa bem claro que cada um de nós temos que decidir entre vida e bênção, morte e maldição. Não fazer escolha é escolher, escolher errado. Portanto, escolha uma vida tendo Deus como o centro e Sua Palavra como guia em suas decisões.

A maior decisão que fiz na minha vida foi de receber Jesus Cristo, como Rei e Senhor de minha vida. Meu desejo e oração é que você também escolha a vida que está em Cristo!

O Livro de Jonas e o Yom Kippur

O profeta Jonas é lido nas sinagogas na tarde de Yom Kippur. Talvez a razão mais importante seja que o livro aponta especificamente para o amor de Deus pelas Nações, e para a verdade de que Sua mensagem de arrependimento pelos pecados, expiação e perdão se estende não somente a Israel, mas a todos os filhos de Adão.

Desde o início, uma parte do chamado especial de Israel foi que através dele surgiria uma “Luz para as nações”, e nela “todas as famílias do mundo seriam abençoadas”. O Deus de Israel é também o Deus criador de todas as nações! E é propósito d’Ele que todos os povos alcance a redenção através de Jesus, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo!

Lendo o profeta podemos entender o quão amoroso e compassivo é Deus. Mesmo uma nação pecaminosa e cheia de maldade, pode ser alcançada pelo seu amor e misericórdia.

Assim como nos dias de Jonas, é propósito do Deus de Israel hoje, compartilhar as boas novas da provisão de Deus através de seu Filho, Jesus Cristo, em todos os cantos da terra.

A Oração de Jonas

Então, de dentro do peixe, Jonas orou ao Senhor, seu Deus, e disse:

Em minha angústia, clamei ao Senhor,
e ele me respondeu.
Gritei da terra dos mortos,
e tu me ouviste.
Nas profundezas do oceano me lançaste,
e afundei até o coração do mar.
As águas me envolveram;
fui encoberto por tuas tempestuosas ondas.
Então eu disse: ‘Tu me expulsaste de tua presença
e, no entanto, olharei de novo para teu santo templo’.

“Afundei debaixo das ondas,
e as águas se fecharam sobre mim;
algas marinhas se enrolaram em minha cabeça.
Afundei até os alicerces dos montes;
fiquei preso na terra,
cujas portas se fecharam para sempre.
Mas tu, ó Senhor, meu Deus,
me resgataste da morte!
Quando minha vida se esvaía,
me lembrei do Senhor,
e minha oração subiu a ti
em teu santo templo.
Os que adoram falsos deuses
dão as costas para as misericórdias de Deus.
Eu, porém, oferecerei sacrifícios a ti com cânticos de gratidão
e cumprirei todos os meus votos,
pois somente do Senhor vem o livramento”.

1Então o Senhor ordenou que o peixe vomitasse Jonas na praia. (Bíblia Sagrada – NVT)

O Ano novo judaico

De acordo com a Bíblia, há apenas um ano novo judaico e não é em setembro. “Agora YHVH disse a Moisés e Arão na terra do Egito: ‘Este mês será o começo de meses para vocês; deve ser o primeiro mês do ano para você … Neste dia do mês de Aviv, você está prestes a sair”(Êxodo 12: 1-2; 13: 4).

Este calendário hebraico determinado por Deus (com o ano novo sendo na Páscoa) foi observado nos dias de Ester e Mordecai. O lançamento de sortes (o purim) começou “no primeiro mês, que é o mês de nisã” (nome babilônico para aviv, nome bíblico; Ester 3: 7). Os judeus do Império Persa nos dias da rainha Ester ainda celebravam o Ano Novo bíblico judaico na primavera, quatorze dias antes da festa da Páscoa.

Mas a influência da Babilônia e do Exílio Babilônico aumentou muito. Os judeus da Diáspora gradualmente se afastaram das fundações bíblicas em várias áreas (https://davidstent.org/the-blast-of-the-shofar/). O calendário hebraico era uma dessas áreas. Nomes do calendário babilônico (baseados em demônios babilônios) foram substituídos por nomes hebraicos bíblicos. O primeiro mês no calendário hebraico de Aviv foi renomeado para nisan (do acadiano nisānu, que significa “santuário” ou “sacrifício”, ou possivelmente do sumério nisag que significa “primícias”). O sétimo mês do calendário hebraico, Eitanim (“os fortes”), foi renomeado para Tishrei (da palavra acadiana tašrītu ou “início”). Este processo de substituição é reconhecido no Talmud de Jerusalém: “Pois o Rabino Hanina disse: ‘Os nomes dos meses vieram com eles da Babilônia'” (TJ, Rosh Hashanah, 1: 2, 56d).

No século II dC, as autoridades rabínicas codificaram a data do Ano Novo judaico, mudando-o da data bíblica da primavera para uma data de outono, a fim de se ajustar melhor às tendências sociais babilônicas politicamente corretas. O rabino Judah, o Príncipe (o editor da Mishná) fez uma tentativa corajosa de justificar um desvio óbvio da data bíblica do Ano Novo, quando proclamou por volta de 200 d.C. que na verdade há um monte de Ano Novo. Ele explicou que há “quatro anos novos – no primeiro dia de nisã é o ano novo para reis e festivais; no primeiro dia de Elul é o Ano Novo do dízimo do gado…; no primeiro dia de Tishrei é o Ano Novo para anos, para a liberação e para os anos do jubileu, para a plantação e para o dízimo de vegetais; no primeiro dia de Shevat é o Ano Novo das árvores ”(TB, Tractate Rosh Hashanah, Mishná 1, 2a).

A dinâmica de fazer cirurgia plástica no coração e nos mandamentos de Deus é muito humana. Nos dias de Jeremias, YHVH alertou sobre esta tendência: “Porque o meu povo cometeu dois males: Me abandonaram, a Fonte de águas vivas, para cavar para si cisternas, cisternas rotas que não retêm as águas” (Jeremias 2: 13).

A decisão da liderança espiritual de Israel de primeiro se rebelar contra Davi e depois abandonar aspectos do calendário bíblico foi uma violação das diretrizes bíblicas. Surpreendentemente, os judeus messiânicos em geral compraram as tradições da comunidade rabínica e judaica em relação a “Rosh Hashaná”. Está se tornando cada vez mais chique para alguns cristãos evangélicos fazerem o mesmo.

FONTE: https://davidstent.org/words/morphing-the-torah/

O Líbano precisa urgentemente de ajuda!

A situação em Beirute está em um nível crítico e ajuda urgente é necessária depois que uma grande explosão destruiu a maior parte da cidade em 4 de agosto de 2020, deixando 177 mortos, 6.000 feridos e mais de 300.000 desabrigados. Uma testemunha disse que a explosão foi como 15 anos de guerra em 15 segundos.

Os missionários BTJ* foram os primeiros a responder. A BTJ trabalha no Líbano há vários anos, fornecendo suporte e alimentando os famintos, então eles estavam no local prontos para ajudar.

O que a maioria das pessoas não sabe é que o Líbano estava em crise muito antes da explosão. Em 2019, cerca de metade do país vivia abaixo da linha da pobreza e mais de meio milhão de crianças morriam de fome. Agora, após a explosão, esse número deve aumentar exponencialmente.

“A situação no Líbano está ruim há muito tempo”, disse um missionário do BTJ em Beirute. “O preço da comida está subindo e as pessoas não têm dinheiro. Duas coisas são necessárias agora – pão para o corpo e pão para a vida. ”

A destruição não está apenas em Beirute. Isso continua por milhas. Três grandes hospitais estão fora de serviço e menos da metade de todos os centros de saúde podem fornecer serviços completos. As mercearias estão vazias. O transporte está quase todo fechado. Os serviços governamentais estão fora de serviço. Protestos violentos estão ocorrendo agora nas ruas.

Para muitos, parece o fim do mundo. É por isso que os missionários BTJ estão adotando uma abordagem pessoal. Eles imediatamente começaram a ir de casa em casa, fornecendo pacotes de cuidados de emergência para os necessitados. Não estamos fazendo distribuição em massa, mas tentando construir relacionamentos com os indivíduos que mais sofrem. Podemos não ser capazes de ajudar a todos, mas aqueles que estamos ajudando – queremos ajudá-los realmente.

Os missionários da BTJ estão fornecendo pacotes de ajuda com alimentos, óleo de cozinha e itens de saneamento. Eles também estão distribuindo vales-alimentação e ajudando a limpar a área do desastre. Eles ajudaram a comprar portas e janelas e reconstruir casas para torná-las habitáveis ​​novamente.

Com o apoio dos Gatekeepers da BTJ, a BTJ continuará trabalhando no Líbano para ajudar aqueles que mais precisam. BTJ GateKeepers são parceiros mensais que permitem aos missionários responder imediatamente a desastres como o de Beirute. Para saber mais sobre como se tornar um BTJ GateKeeper basta acessar http://www.backtojerusalem.com/gatekeeper

(*) BTJ, iniciais da Missão Back to Jerusalem (De Volta a Jerusalem) Missão que tem como alvo países da janela 10/40 e povos não alcançados.

FONTE: Back to Jerusalem

A grandeza e a humildade de Deus: uma combinação perfeita.

Quem é como o Senhor, nosso Deus, que habita nas alturas; que se curva para ver o que está nos céus e na terra; que do pó levanta o pequeno e, do monturo, ergue o necessitado, para o fazer assentar com os príncipes, sim, com os príncipes do seu povo; que faz com que a mulher estéril habite em família e seja alegre mãe de filhos? Louvai ao Senhor!

Existem dois aspectos da natureza de Deus que parecem tão diferentes e, no entanto, estão tão lindamente combinados Nele. O primeiro é Sua grandeza elevada: Ele está sentado no trono muito acima da terra. A outra é Sua terna compaixão e preocupação pelos pobres e necessitados. O mesmo que está sentado no trono levanta os pobres do pó. Ele levanta o necessitado do monte de cinzas. Ele os acomoda com príncipes. E Ele também se preocupa com a mulher estéril. Ele a instala em um lar, uma feliz mãe de filhos.

Muitas vezes pensamos em Deus como uma pessoa severa e incrível. É verdade, Ele é, mas há outro lado de Seu caráter: Ele é tão terno e compassivo, tão generoso. Ele se rebaixa ao mais baixo e ama exaltá-los a uma posição ao lado de Si mesmo.

Portanto, não desanime se você parecer pobre ou insignificante ou se houver uma necessidade profunda em sua vida. Lembre-se da terna misericórdia e compaixão de Deus. Ele é totalmente acessível àqueles que o buscam com todo o coração.

Deus se importa com cada detalhe de sua vida, até mesmo com o quem você irá se encontrar hoje ou o que você irá comer.

Medite nessas verdades pois elas são bálsamo pra nossa alma e refrigério pra nossa mente.

O acordo Abraão, um acordo de paz entre Israel, Emirados árabes e Bahrein foi assinado nos EUA.

O dia 15 de setembro foi um dia histórico. Foi assinado o acordo de paz entre Israel, Emirados árabes e Bahrein.

Além de Donald Trump, estiveram presentes na cerimônia Benjamin Netanjahu, Abdulla Bin Zayed e Hamad bin Isa Al-Khalifa. Respectivamente, líderes de Israel, Emirados árabes e Bahrein.

Nestes 72 anos do renascimento do estado de Israel, esse é o terceiro tratado de paz entre Israel e países árabes.

Segundo o Jerusalem Post, foram três documentos ao todo: a declaração dos Acordos de Abraão; a Declaração de Paz, Cooperação e Relações construtivas Diplomáticas e Amigas entre o Reino do Bahrein e o Estado de Israel; e o Tratado de Paz, Relações Diplomáticas e Normalização Plena entre os Emirados Árabes Unidos e o Estado de Israel. O primeiro documento tinha 210 palavras, o segundo cerca de 460, e o tratado de paz com os Emirados Árabes Unidos tinha nove páginas.

Netanjahu, Zayed e Hamad bin Isa Al-Khalifa