Quem é Jesus? (3)

“Seria difícil pensar em uma única pessoa que afetou a história humana mais profundamente do que Jesus Nazaré. Isso por si só tornaria significativo o estudo dele ….. O espírito moderno da investigação histórica não pode ignorar a história de Jesus. Suas pegadas estão sobre todo o cenário ocidental literário, moral e social, e em cada continente. Quem afetou a história mais do que ele? Nenhum outro indivíduo se tornou um elemento tão proeminente da memória humana. Ele tem sido adorado como Senhor por cem gerações.                                                                                                     Através dos séculos Jesus foi relembrado em arquitetura, pintado em afrescos, incrustado em pedra por designers de mosaicos, recebe oração
de exércitos opostos, elogiados de maneiras conflitantes pelos poetas e interpretados de maneira diversa pelos filósofos. A história Ocidental  não seria a história ocidental sem ele. Seria estranhamente  não histórico se os historiadores acidentalmente o ignorassem ou decidissem estudar todos as figuras que esperassem ser quem mais afetou a história ocidental. Na verdade, é mais intrigante quando seu nome é cuidadosamente evitado nos textos de história do ensino médio. A luta intelectual e moral que
que se seguiu a sua vida penetrou em todos os cantos da história intelectual ocidental, psicologia, política e literatura. Não é possível alguém entender  a história humana sem perguntar quem é Cristo, o que ele fez e continua a fazer.

AUTOR:  Watchmen Nee, em seu livro “A vida cristã Normal”

By Sieger Koeder

Quem é Jesus? (2)

Jesus é SENHOR, digno de adoração e louvor!  A canção abaixo é uma das minhas prediletas, em que cantando posso expressar o meu amor e adoração a Ele!

Maravilhoso é Jesus
Da minha vida a luz
Pois me salvando, me perdoando
Para Sião me conduz

Maravilhoso, sim, maravilhoso!
É Cristo, pois salvou-me a mim!
Maravilhoso e mui glorioso
É Cristo, que vive em mim

Nunca podia saber
Qual é o grande prazer
Dum que perdido, arrependido                                                                                   A graça vem receber

Ele nas trevas me achou
Eternamente me amou
Vida abundante, gozo bastante
Tenho por quem me salvou

Cristo é tudo pra mim
Também será para ti
Vou caminhando, sempre O louvando
Pois Ele salvou-me a mim!

AUTOR: Frida Vingren

Autor: Sieger Koeder

Quando você entender em termos médicos, você valorizará o sacrifício, o sofrimento e a morte de Cristo

 

Quando você entender em termos médicos, você valorizará o sacrifício, o sofrimento e a morte de Cristo.
(Por Paul Strand)


Todos os cristãos sabem que Cristo morreu por eles na cruz. Mas um médico aqui em Indianápolis que estudou a crucificação por uma década diz que até você entender o que Jesus passou em termos médicos, é difícil valorizar plenamente o quanto Ele sofreu para pagar pelos pecados da humanidade.
“Era a pior forma de morte imaginável,” disse Joseph Bergeron, autor do livro A Crucificação de Jesus. “E os romanos a usavam há três séculos na época em que Jesus apareceu, então estava bem aperfeiçoada.”


Médico descarta sufocação
Bergeron disse ao noticiário da Rede de Televisão Cristã dos EUA: “Na maioria das vezes na Páscoa ouvimos pregações sobre como Jesus sufocou enquanto estava na cruz.”
No entanto, o médico diz que o sufocamento não combina com os relatos dos Evangelhos de Jesus falando na cruz.
“Ele falou com o Apóstolo João, por exemplo. Ele falou com os ladrões que foram crucificados com Ele. Quando você está sufocando e lutando pelo seu último suspiro, você não tem interesse em continuar uma conversa,” argumentou.
E embora isso fosse uma maneira ruim de morrer, os romanos se asseguraram de que uma morte relativamente rápida não ocorresse, de modo que aqueles que eles crucificavam sofressem por muito mais tempo.
“Há referências literárias sobre pessoas que ficaram na cruz por uma semana. Quando você está sufocando, você não vai durar tanto tempo,” disse o médico, acrescentando: “Com a crucificação, era uma morte lenta e torturante.”


Grande pista nas próprias palavras de Cristo: “Este é o meu sangue derramado…”
A verdadeira causa da morte aparece nas palavras proféticas de Cristo na Última Ceia.
“Jesus nos disse como Ele iria morrer. Ele disse: ‘Este é o meu sangue que é derramado para a remissão de pecados.’ Isso não é sufocamento. Isso é sangramento até a morte. Isso é choque. Essas são as complicações do choque.”
O termo médico preciso usado por Bergeron é “choque hemorrágico traumático.”
Como explicar o fato estranho de que Ele suou sangue no jardim do Getsêmani? A explicação é que Ele sabia que uma morte tão cruel estava vindo depressa a Ele.


Jesus na angústia traumática antes que o sofrimento físico começou
“E para ser honesto com você, nunca entendi isso ou pensei que isso tivesse acontecido,” admitiu Bergeron. “Mas estudando a crucificação extensivamente nos últimos 10 anos, entendi que realmente ocorre o suor de sangue. Houve poucos casos — apenas alguns. Eles são sempre antes de ferimentos graves, a ameaça de lesão e, geralmente, antes da execução. Que Jesus suou gotas de sangue significava que ele entendeu completamente o que estava prestes a acontecer a ele.”
E então começou quando Jesus foi levado cativo e conduzido a dois grupos de atormentadores. Os judeus e romanos espancaram e rasgaram Sua carne em duas surras violentas.
Bergeron disse desses judeus: “Caifás e o sinédrio O condenaram por blasfêmia, que era punível com a morte.”
Mas sob o governo romano os judeus não tinham autoridade para executar, então eles O puniram fisicamente de forma brutal. Então toda uma companhia de soldados romanos O espancou até quase mata-lo.


O que irritou os romanos
O autor explicou: “Agora você tem de entender que os romanos não gostavam dos judeus, para começar. Eles eram antissemitas. E para a pessoa que era acusada basicamente insurreição política — nomear-se rei dos judeus — isso teria aumentado a raiva deles e piorou a surra que Ele experimentou dos soldados romanos.”
Bergeron disse a respeito de Jesus: “E assim, a surra que Ele levou excedeu o que era típico para as vítimas da crucificação. E ele teve uma grande perda de sangue e ferimentos nos tecidos.”
Então o choque começou a se instalar antes que Cristo atingisse o Calvário.


Por que Ele não conseguiu levar a cruz?
“Parecia que ele estava começando a experimentar o choque apenas andando ali. Porque ele não conseguiu levar parte da cruz para o local da crucificação. Esperavam que Ele fizesse isso. Todo faziam isso, mas Ele não conseguiu,” disse Bergeron .
Isso levou o médico a diagnosticar: “Então Ele estava ficando fraco e entrando em choque naquele momento, mais provavelmente do que não.”
Então veio a execução mais dolorosa e humilhante que os romanos podiam administrar.


Crucificação “Considerada Obscena”
“Era considerada obscena,” Bergeron compartilhou. “Um cidadão romano nunca seria crucificado. A crucificação era para insurgentes políticos, criminosos e escravos fugitivos.”
A crucificação puniu totalmente o corpo de Jesus com um choque tão traumático a ponto de matá-Lo horas antes do que a maioria das pessoas crucificadas.
O médico explicou que o choque impediria que o sangue de Cristo coagulasse.
“Essa é uma complicação muito sinistra, difícil de controlar, mesmo em centros médicos modernos que tratam trauma,” ele compartilhou de seus anos de experiência médica. “Na época de Jesus, não haveria tratamento e levaria à morte rápida. E isso explica por que Jesus morreu tão rapidamente: seis horas, em vez de dias, o que pode ser o caso com muita frequência.”


Morrer rapidamente, mas horrivelmente
O Filho de Deus morreu rapidamente, mas horrivelmente. O que deixa Bergeron maravilhado com o sacrifício.
Ele disse ao noticiário da Rede de Televisão Cristã em um tom calmo e reverente: “Que Ele se tornaria um ser humano e viria aqui e faria isso para retificar nosso relacionamento como seres humanos com Deus, redefinir e restaurar a comunhão com Deus, é uma coisa incrível.”
E naquela cruz, Jesus Cristo mostrou como é simples encontrar salvação nEle.
Então este médico e homem de fé compartilhou: “A oração para conhecer a Deus é tão simples. É como o ladrão na cruz. Ele não sabia o que dizer, então apenas disse: ‘por favor, lembre-se de mim.’ E uma oração sincera de qualquer pessoa nunca é rejeitada. Jesus disse a ele que ele estaria no paraíso naquele dia.”
Bergeron percebe que é difícil encarar todos os detalhes sangrentos da morte de Cristo. Mas ele acredita que isso pode nos ajudar a amar e respeitar ainda mais um Deus disposto a descer à Terra e enfrentar tal dor e agonia para que os seres humanos possam ser limpos de seus pecados e passar a eternidade com Ele

.Fonte: www.juliosevero.com

 

JESUS, TEU AMOR SEM LIMITES POR MIM

Autor: Paul Gerhardt (1607-1676)

 

Jesus, teu amor sem limites por mim

Nenhum pensamento pode alcançar, nenhuma língua declarar:

Tece meu coração junto a Ti

E reina ali, sem rival algum.

Sou inteiramente teu e só teu:

Seja Tu minha Chama constante.

 

Um pouco sobre a vida de Paul Gerhardt

Paul Gerhardt é considerado o maior poeta de hinos em língua alemã da época do Barroco. A estrada da vida deste poeta não era nada fácil. E apesar disso, seus hinos estão cheios de palavras jubilosas.Ele nasceu no dia 12 de março de 1607 em Gräfenhainischen, nas proximidades da cidade de Wittenberg. Durante a metade de sua vida ele experimentou os horrores da Guerra dos 30 Anos (1618-48), marcada por peste, pilhagens e várias necessidades. Quando teve 10 anos de idade, durante sua época escolar em Grimma, ele perdeu o seu pai Christian Gerhardt, que era Burgomestre e Schöppenmeister [Juiz de paz], e dois anos depois, a mãe: Dorothea, filha de um pastor luterano.

 

 

Os Hinos de Paul Gerhardt

Paul Gerhardt seguiu, na sua vida, um caminho de humildade e renúncia voluntária. Não procurou glórias de poeta, mas com seus hinos queria servir a Deus. Ao todo ele criou 134 poesias em alemão e mais 14 em latim. Elas abrangem todas as áreas da vida cristã, de sorte que um hinólogo disse: Com suas criações pode-se compilar um hinário completo. Para a grande maioria delas a fonte era a própria Bíblia, principalmente o livro dos Salmos, e raras vezes outros hinos antigos em latim. Característico para muitos hinos de Paul Gerhardt é, nas últimas estrofes, a alegre certeza da ressurreição e vida eterna. O sol que dá luz e calor, anima e dá alegria, é um tema que aparece em muitos de seus hinos. Ele representa a graça de Deus.

 

 

Louvor a Deus mesmo na tristeza.
(de “O Amigo das Crianças” – Nº 39 – Ano 47 – 18-11-1984)

Paul Gerhardt viveu na Alemanha muito tempo atrás. Foi um dos mais importantes poetas de hinos da nossa Igreja. Nas suas canções ele louvava e agradecia a Deus, apesar de sua vida difícil e sofrida.

Seu pai fora estalajadeiro numa cidade da Alemanha. O pessoal do lugar gostava de se encontrar à noite na estalagem para conversar, contar as novidades do dia. Às vezes também chegavam viajantes de fora, os quais o pessoal do lugar ficava ouvindo, pois contavam coisas de outros lugares e cidades. Em algumas noites da semana, reunia-se no restaurante o coral da igreja, que ensaiava seus hinos para os cultos. Os dois filhos da família Gerhardt, que dormiam na parte de cima do hotel, ficavam ouvindo o pessoal cantar até caírem no sono. Muitas vezes cantavam junto e brincavam de coral.

Aconteceu então que viajantes vieram com a notícia de que uma doença muito grave estava invadindo vilas e cidades, matando as pessoas. Era uma peste perigosa, que já tinha acabado com cidades inteiras. Não se sabe ao certo como esta doença chegou à vila onde moravam os Gerhardt. Fato é que, de repente, o lugar foi invadido como por um animal selvagem. A peste caiu por cima dos parentes e conhecidos. Muitos tiveram que morrer. E, certo dia, também o velho hoteleiro, o pai de Paul, foi atingido pela peste, vindo a morrer. Paul tinha então dez anos. Dois anos mais tarde, também sua mãe faleceu.

Paul tinha um irmão. Os dois foram levados para um internato, uma escola na qual eles conviviam com os professores e outros alunos como numa grande família. Na escola, Paul não se esqueceu das noites em que, em casa, ficavam ouvindo o coral ensaiar. Parecia que as músicas estavam gravadas dentro dele. Aos poucos, ele começou a fazer seus próprios hinos, que cantavam em cultos e em outras apresentações. Mesmo sozinho na vida, sem família, as letras destas músicas estavam cheias de louvor e de agradecimento a Deus. Parece que suas músicas lhe davam conforto e espantavam seu sofrimento.

Mais tarde Paul começou a estudar Teologia. Ele queria ser pastor. Então veio uma época de sua vida de que não se sabe quase nada. Apenas sabe-se que foi professor. Certamente deixou os estudos por alguns anos, fazendo outras coisas para sustentar-se, pois era uma época difícil, de muitas guerras, fome e peste.

Depois de muitos anos, voltou a estudar e formou-se pastor com mais de quarenta anos. Casou-se e foi trabalhar numa comunidade em Berlim. O casal teve cinco filhos. O primeiro filho faleceu com um ano de idade. Algum tempo depois, faleceram mais três filhos, um após outro. A esposa de Paul também faleceu cedo. Restou-lhe apenas um filho, ao qual, antes de morrer, deixou como herança uma carta. Nesta carta Paul Gerhardt disse ao filho como ele deveria agir em relação a Deus e aos homens e pediu que se tornasse pastor para louvar a Deus.

Apesar de ter perdido quatro filhos e a esposa, Paul Gerhardt continuou a fazer hinos de louvor a Deus. Estes hinos que Gerhardt escreveu, existem ainda hoje. Muitos deles se encontram em nosso hinário Hinos do Povo de Deus.

 

 

Quem é Jesus? (1)

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No final dos tempos haverá uma batalha pela verdade sobre Jesus. É sempre bom nos lembrarmos que o Espírito Santo foi enviado para glorificar e exaltar Jesus, guiando-nos em toda a verdade sobre Ele (João 16: 13-14). Por isso precisamos buscar intimidade com Ele pra conhecermos tudo o que precisamos conhecer sobre Jesus.

Na Bíblia somos advertidos pelo apóstolo Paulo de que no final dos tempos, alguns crentes iriam voltar sua  atenção às doutrinas que mentem sobre a pessoa de Jesus.

“Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, alguns se afastarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios,  pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência”. (1 Tim. 4:1-2)

Três verdades sobre Jesus que ofendem os humanistas incluem, primeiramente, Sua divindade; Assim, Seu direito de estabelecer padrões absolutos pelos quais as nações são responsáveis perante Ele. Jesus não é tolerante e aceita a visão de todos sobre justiça e amor. Segundo, que a única maneira de salvação é através de Jesus. Terceiro, que Ele possui a sabedoria e o amor para julgar o pecado no tempo e na eternidade.


A poucos dias percebi que não tinha ainda escrito muito sobre a pessoa de Jesus Cristo. Decidi então escrever alguns artigos sobre Jesus, aquele que é Senhor e Rei da minha vida; tendo a esperança de que minhas pequenas sementes irão gerar frutos eternos!                Este é o primeiro destas sementes.

 

 

O Nome de Jesus

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Hoje quero compartilhar sobre o significado do nome de JESUS, nosso Rei, Senhor e Salvador. Sabemos que o nome de Jesus é poderoso. Por isso creio ser importante entendermos o que significa este nome que segundo as escrituras está acima de todo nome. (ver Filipenses 2:9)

O Escritor Marvin Wilson, em sua excelente obra “Nosso Pai Abraão”, faz algumas colocações sobre a importância de entendermos o significado do nome de Jesus, pra entendermos o seu ministério:

Na mentalidade hebraica, o nome de uma pessoa era considerado mais que um título ou rótulo. Ao invés disso, eles criam que o nome revelava a essência, o caráter e o destino do portador do nome. 

O fato de Jesus ter sido um judeu de nascimento é crucial para o entendimento da pessoa e natureza de Jesus como nos é apresentada nos Evangelhos.

Jesus recebeu o nome hebraico “YESHU’A.

Ἰησοῦς  é a transliteração grega de Yeshu’a.

E Jesus é a forma latina de Yeshu’a.

O nome “Yeshu’a, deriva-se do verbo yasha, cujo significado é “salvar” ou “libertar”. Portanto, o nome de Jesus mostra aquilo que Ele veio fazer na terra, conforme foi  profetizado:

“Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles.”  (Mt. 1:21)

Em tudo o que Jesus fez durante o seu ministério, Ele estava demonstrando que a salvação de Deus havia chegado.

Wilson também esclarece:

O ministério inteiro de Jesus foi portanto um comentário de Seu nome. Ele veio a esse mundo numa missão de resgate, mas não pra ajudar as pessoas a escapar do mundo. Antes, Ele veio pra libertá-las das garras do pecado, de si mesmo , das doenças e da opressão.


Concluo essa reflexão com o precioso texto de Filipenses 2:9-11

 “Por isso Deus o exaltou
    à mais alta posição
e lhe deu o nome que está acima de todo nome,
10 para que ao nome de Jesus
    se dobre todo joelho,
nos céus, na terra
    e debaixo da terra,
11 e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor,
    para a glória de Deus Pai.”

Jesus e a festa de Hanucá

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Para aqueles que são discípulos, seguidores de Jesus, é importante verem todas as coisas pela ótica de seu mestre.

Jesus, como um bom judeu, celebrou as festas judaicas, incluindo Hanucá.

João registra, em seu Evangelho, Jesus andando no Templo, durante o Festival de hanucá em Jerusalém:

“Celebrava-se em Jerusalém a Festa da Dedicação. Era inverno. Jesus passeava no templo, no Pórtico de Salomão”. (João 10:22)

Jesus conhecia muito bem a história por trás desta festa.  Como discípulos e seguidores dele, faríamos bem em conhece-la também.

Susan Michael* faz uma ótima explanação sobre a importância de hanucá, para nós cristãos:

“Os cristãos de hoje também fariam bem em lembrar-se da fidelidade de Deus para com os hebreus nesse primeiro hanucá. Se Antíoco tivesse conseguido aniquilar a nação de Israel, não haveria nenhuma mulher judia, chamada Maria para se tornar a mãe de Jesus Cristo. Também não teria havido o Templo para o início da história do Natal. Lucas 1 começa a história da natividade no Templo, com um anjo anunciando ao sacerdote Zacarias que sua esposa daria à luz a João Batista. Não é por acaso que Deus escolheu iniciar a História de Natal no Templo, o coração da vida e fé judaica naquele momento.”

Foi durante uma festa de hanucá que ele escolheu falar de si mesmo como “O Bom Pastor”, que “dá a sua vida pelas ovelhas.” E, “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que as deu para mim, é maior que todos, e ninguém pode arrebatá-las da mão do Pai. Eu e o Pai somos um “(João 10: 27-30)

Hanucá – A Festa da Dedicação-o Festival das Luzes é uma época para:

  • Permitirmos que a Santa Luz do Espírito  brilhe dentro de nós mesmos, revelando alguma idolatria ou impureza que tenha contaminado os nossos corpos (que são o Templo do Espírito Santo) e removê-la. E também de dedicar novamente nossos corpos como sacrifício vivo a Deus.
  • Dedicarmos nossos ouvidos para escutar a voz do nosso Pastor (cf. João 10 acima).
  • Tempo de deixarmos nossas “luzes” brilhar intensamente atingindo a escuridão, e ao mesmo tempo, se juntando à luz de outros discípulos de Jesus.

(*) SUSAN MICHAEL é diretora da ICEJ (Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém) nos Estados Unidos.

Como Desenvolver Uma Vida de Oração Eficaz (3)

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Continuando nosso tema, hoje compartilho o terceiro aspecto pra termos uma vida de oração eficaz.

Ter Uma Visão Correta de Deus

O Cultivo de  uma visão correta de Deus é fundamental pra vencermos o desânimo, que é a arma principal usada pelo nosso arquiinimigo pra nos derrotar, em nossa vida de oração.

Muitos têm uma visão errada de Deus, vendo-o como um capataz furioso, forçando-nos a perseverar no diálogo (oração) com Ele para provar nossa devoção a Ele. Na medida que compreendemos  Deus como nosso Pai terno e  Jesus como nosso Noivo-Rei apaixonado, somos fortalecidos em nosso espírito e encorajados a buscá-Lo com confiança e inteireza de coração.

Encontrar  o coração paterno de Deus é fundamental pra desenvolvermos uma vida de oração eficaz. Jesus orou por nós para que pudéssemos conhecer  que o Pai nos ama com o mesmo amor com que Ele ama a Jesus, dando-nos assim, grande valor. 

 (Jn. 17:23) )…para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim.” 

Oramos de uma forma diferente quando o nosso espírito está confiante diante de Deus, tendo a certeza de que Ele se agrada de nós.

Isso é algo que precisamos repetir milhares de vezes pra não esquecermos:  Temos um Pai cheio de bondade e  misericórdia!!

Ele é gentil com a nossa fraqueza depois que nos arrependemos.

Temos recebido  o espírito de adoção pelo qual clamamos:” Aba, Pai.” Em hebraico, Abba é um termo carinhoso, como papai em nossa cultura.

mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos, “Abba, Pai.” (Rom. 8:15)

* Entender Jesus como nosso Noivo e nós mesmos como Sua Noiva querida, nos equipa a ter uma vida de oração vibrante (Ef 5:29-32). Muitos vêem Jesus ou muito bravo ou na maior parte do tempo triste, mas é importante sabermos que Ele tem um coração cheio de alegria (Hb 1:9) e deseja ardententemente demonstrar o seu amor por nós.  A mensagem do Noivo fala das emoções de Jesus por nós, sua beleza, e também de seus compromissos (de  compartilhar Seu coração, a morada, o trono, segredos e beleza), e nossa resposta de amor incondicional que toca o coração dEle.

** Como filhos de Deus, estamos em posição de experimentar o trono de Deus como herdeiros de Seu poder (Ap 3:21;. Rom 8:17). Como noiva, estamos em posição de experimentar o coração de Deus (afetos).

Por hoje é só…da proxima vez  quero compartilhar sobre como podemos usar a palavra de Deus em nossa vida de oração.

 

 

 

 

 

O Legado dos irmãos Morávios (3)

1922184_284363855047204_1808657316_nCom o crescimento da comunidade, começaram a surgir os problemas.  Nos primeiros cinco anos de sua existência, a comunidade de Herrnhut teve apenas alguns sinais de poder espiritual, um lugar improvável para um avivamento.

Todavia, no dia 13 de agosto de 1727, aconteceu algo que mudou o curso da história de Herrnhut. Nos dias anteriores à reunião, onde celebrariam a ceia, Zinzendorf procurou cada família já que havia muitos conflitos e contendas no meio da comunidade que era composta de pessoas vindas de diferentes grupos.

Rumo a um culto de ceia, em agosto de 1727, a princípio os corações estavam duros… mas alguém procurou se reconciliar com o outro. E isto resultou numa reação em cadeia. Uma reconciliação seguiu após outra. A Ceia do Senhor só pode começar uma hora mais tarde, porque houve muito choro na igreja.

O Espírito de Jesus se manifestou no meio dos irmãos morávios, começando algo que somente Ele podia fazer.

Publicado em Coisas do dia-a-dia

Quando o Sol aparece…

P1070168Hoje o sol apareceu aqui no sul da Alemanha…que alegria! 🙂

Coloquei as roupas na máquina bem cedinho, assim poderíamos aproveitar o calor do sol pra enxuga-las. Fui pra aula e quando voltei o Martin já tinha pendurado a roupa e colocado pra secar…não resisti e fiz a foto que veêm acima.

Assim como eu nem todo mundo tem um secador de roupa em casa. O aparato é muito útil aqui durante o inverno, quando na maior parte do tempo, os dias são frios, nublados e chuvosos. Sem sol, o geito é colocar a roupa pra secar dentro de casa mesmo 😉

Dias ensolarados como este são raros no inverno, porisso são muito bem-vindos.

Isso me fez lembrar de um verso na palavra de Deus, que fala de um Sol que é muito mais importante e indispensável em nossas vidas:

“Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, trazendo cura/salvação nas suas asas; e vós saireis e saltareis como bezerros da estrebaria.”  (Malaquias 4:2)

Jesus é o Sol da justiça!!

Quando Ele nasce em nossos corações, toda a nossa existência passa a ter sentido.

Podemos transbordar de alegria, até nos dias mais escuros do mês de Novembro, que é considerado o mês mais escuro do ano, aqui no hemisfério norte.

Mesmo nos dias nublados e molhados podemos saltar como bezerros da estrebaria, pois o Sol da Justiça, JESUS, mora dentro de nós!

A presença d’Ele nos cura, enche de alegria, amor e paz!!