O acordo Abraão, um acordo de paz entre Israel, Emirados árabes e Bahrein foi assinado nos EUA.

O dia 15 de setembro foi um dia histórico. Foi assinado o acordo de paz entre Israel, Emirados árabes e Bahrein.

Além de Donald Trump, estiveram presentes na cerimônia Benjamin Netanjahu, Abdulla Bin Zayed e Hamad bin Isa Al-Khalifa. Respectivamente, líderes de Israel, Emirados árabes e Bahrein.

Nestes 72 anos do renascimento do estado de Israel, esse é o terceiro tratado de paz entre Israel e países árabes.

Segundo o Jerusalem Post, foram três documentos ao todo: a declaração dos Acordos de Abraão; a Declaração de Paz, Cooperação e Relações construtivas Diplomáticas e Amigas entre o Reino do Bahrein e o Estado de Israel; e o Tratado de Paz, Relações Diplomáticas e Normalização Plena entre os Emirados Árabes Unidos e o Estado de Israel. O primeiro documento tinha 210 palavras, o segundo cerca de 460, e o tratado de paz com os Emirados Árabes Unidos tinha nove páginas.

Netanjahu, Zayed e Hamad bin Isa Al-Khalifa

Embora este fato tenha acontecido ano passado, quero deixar registrado aqui, por entender ter sido este um dos acontecimentos importantes de 2016!


No dia 13 de outubro de 2016, a UNESCO (“Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura”) deu a aprovação preliminar a uma resolução ignorando qualquer vínculo entre o Monte do Templo e o Judaísmo. 24 nações votaram a favor, 26 se abstiveram, e apenas seis votaram contra a resolução. Esses seis foram os Estados Unidos, Grã-Bretanha, Lituânia, Holanda, Alemanha e Estônia. O Monte, junto com o muro ocidental adjacente (Lamentações) em Jerusalém é considerado pelos judeus e cristãos como o lugar mais sagrado na terra – o lugar onde os dois templos estavam, e o lugar onde o Messias um dia reinará (Salmo 2 ).

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, comentou, naquela quinta-feira (13 de outubro de 2016), sobre a decisão da Unesco durante um encontro do Círculo de Estudo da Bíblia em sua residência, em Jerusalém.

“Hoje, a organização adotou outra decisão delirante afirmando que o Povo Judeu não tem ligação com o Monte do Templo ou com o Muro das Lamentações. Mesmo que eles não leiam a Bíblia, eu sugeriria aos membros da Unesco que visitem o Arco de Tito, em Roma. Nele, pode-se ver que os romanos trouxeram para Roma depois de destruírem e saquearem o Segundo Templo, no Monte do Templo, há 2 mil anos. Lá, gravada no Arco de Tito, está a Menorá de sete braços que é o símbolo do Povo Judeu e, lembro a vocês, também é o símbolo do Estado Judeu, atualmente.
Em breve, a Unesco vai dizer que o Imperador Tito estava envolvido em propaganda sionista.
Dizer que Israel não tem ligação com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações é como dizer que a China não tem ligação com a Grande Muralha da China ou que o Egito não tem ligação com as pirâmides. Com essa decisão absurda, a Unesco perdeu a pouco legitimidade que ainda lhe restava.
Mas eu acredito que a verdade histórica é mais forte e a verdade prevalecerá. E, hoje, estamos lidando com a verdade”.

 

Resolução da Unesco

Na volta às aulas, estudantes de Israel são encorajados a lerem a Bíblia

Setembro marcou o início do ano letivo aqui na Alemanha e também em Israel.

Um artigo que li sobre o início das aulas em Israel me chamou muito a atenção. Traduzi e compartilho aqui com vocês, queridos leitores.


No primeiro dia de aula, o primeiro-ministro Netanyahu, junto com seu ministro da Educação, Naftali Bennett, reuniu-se com 200 alunos, instando-os a serem sérios sobre seus estudos, não excluindo a Bíblia. Durante seu discurso, disse ele:

Eu quero que você me escute, porque eu quero que você aprenda: aprenda a escrever, aprenda a ler, aprenda hebraico, árabe e Inglês. Eu quero que você aprenda matemática. Eu quero que você aprenda ciência. Eu quero que você aprenda  história; história do Povo Judeu, a história do seu público. Eu quero que você aprenda a verdade, e a verdade diz que estamos destinados a viver juntos. Eu quero que vocês sejam médicos, cientistas e escritores, e sejam o que quiserem ser, e são capazes de ser. Eu quero que vocês sejam cidadãos leais, integrados no Estado de Israel; este é o seu estado “.

Enfatizando a importância de honrar os pais e professores, ele acrescentou: “Aprendam bem. Voltem para casa e façam o que seu pai e mãe lhe diz pra fazer!

Mais tarde, Netanyahu fez um discurso para estudantes de Israel em geral, exortando-os a aprender a Bíblia, a fim de entender “por que estamos aqui” em Israel.

“Primeiro de tudo o estudo da Bíblia. Devemos fazer um grande esforço, esta é a base do porque estamos aqui, por que voltamos pra cá e porque permanecemos aqui.”

(Netanyahu tells Israeli students: Study the Bible”, WND, 4 Sept 2016 3:12 p.m.)

Bibi ama as Escrituras

Bibi

Bibi* ama as escrituras

“A Bíblia Hebraica é a base da existência judaica em Israel”,  foi o comentário do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em 1. de junho. Nesse dia ele e sua esposa tiveram mais um seminário de estudos bíblicos em sua residencia.

O que Netanyahu tem feito não é algo novo. Isso já foi praticado pelo primeiro a ser primeiro ministro na história de Israel, David Ben-Gurion e depois por Menachen Begin. Os dois  tinham também o hábito de convidar para estudos bíblicos em sua residencia.

Em 01 de junho de 2014, o seminário foi realizado pela quinta vez.

O curso concentrou-se no livro de Rute, que tradicionalmente é o livro lido pelos judeus durante Schavuot (Pentecostes).

São estas as palavras de Benjamin Netanyahu sobre as Escrituras hebraicas:

“Ben-Gurion e Begin acreditavam, que o Tanach (a Bíblia hebraica ou Velho testamento) deve ser o patrimônio de toda a nação.

O Tanach é o fundamento da nossa existência. Ele unifica o povo judeu, como ele tem feito por muitas gerações.

Ele  serve não apenas como base, mas como um mapa e bússola.

O Tanach é sempre relevante, à luz dos problemas e desafios atuais.

Ele é uma fonte de vida pra nosso povo.

Penso que é importante estendermos o amor pelo Tanach em todas as partes da nação.”

(Fonte: Israelnetz)

(*) Bibi é o carinhoso apelido, pelo qual Benjamin Netanyahu é conhecido no meio da família e amigos.