O Segredo da Oração (Por Leonard Ravenhill)

 

“Tu, porém quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás ao teu Pai, que está em secreto…” (Mt. 6:6)

O Segredo da oração é orar em secreto. Quem se entrega ao pecado para de orar. Mas aquele que ora para de pecar. O fato é que somos pobres mas não humildes de espírito.

A oração é profundamente simples, e ao mesmo tempo profunda. “É uma forma de expressão tão simples que até uma criancinha pode exercitá-la.” Mas é igualmente tão sublime que ultrapassa os recursos da linguagem humana, e esgota seu vocabulário. Lançar diante de Deus uma torrente de palavras não irá necessariamente imprensioná-lo ou comovê-lo. Uma das mais significantivas orações do Velho Testamento foi feita por uma pessoa que não pronunciou palavras: “Seus lábios se moviam, porém não se lhe ouvia voz nenhuma.” (1 Sm.1:13) De fato ela não tinha grandes dons de oratória.

A oração é para o crente o que o capital é para um homem de negócios.

Não se pode negar que a maior preocupaçãp da igreja de hoje são as finanças. E, no entanto, esse problema que tanto inquieta as igrejas modernas era o que menos pertubava a do Novo Testamento. Hoje damos mais ênfase à contribuição; eles a davam à oração.

Em nosso dias são poucos os que estão dispostos a ssumir a responsabilidade de orar inspirados pelo Espírito, e para esse tipo de oração não há substitutos. Temos que orar, senão pereceremos!

(Extraído do Livro: “Porque tarda o pleno avivamento”)

Leonard Ravenhill  (1907-1994)

Nascido em Leeds, Yorkshire, na Inglaterra, Ravenhill foi educado na Cliff College, Inglaterra, aos pés do ministério de Samuel Chadwick. Foi um estudante de História da Igreja e um perito no campo do avivamento. Suas reuniões ao longo da guerra atraiu grandes multidões na Grã-Bretanha, e como resultado, muitos convertidos devotaram-se ao ministério cristão e aos campos de missões mundiais.

Em 1939, casou-se com uma enfermeira irlandesa chamada Martha. O casal teve três filhos: Paul, David e Philip. Paul e David são ministros do Evangelho, e Philip é professor.

Em 1959, Ravenhill e sua família se mudaram da Grã-Bretanha para os Estados Unidos. Nos anos 60, viajaram pelo país pregando o avivamento em reuniões evangelísticas.[1] 

(Fonte: Wikipedia)

 

Publicado em Disciplinas Espirituais, Oração

Oração, a ação fundamental diante da crise de nossos dias!

Oração é um de meus temas favoritos. É algo que tenho aprendido caminhando com outros cristãos que gostam de orar. Não é que seja algo fácil, mas com o passar do tempo tenho aprendido a ter prazer em gastar tempo orando. Jesus é nosso maior exemplo. Ele tinha uma vida de oração mesmo sendo o Filho de Deus. Só aqueles que dependem de Deus entendem a necessidade de orar, interceder, clamar a misericórdia de Deus!

Devido ao momento por que passa nossa nação, creio ser necessário entendermos que é muito melhor orar do que murmurar ou criticar nosso atual governo.
Eugene Peterson, relata muito bem nos lembrando que, a oração é a “ação fundamental”:


A ação fundamental
Oração é ato político, energia social, bem público. Ela molda a vida da nação muito mais que a legislação. O fato de não termos sido ainda dominados pela anarquia deve-se muito mais à oração do que à polícia. É um ato permanente e intrincado de patriotismo no sentido mais amplo da palavra – muito mais preciso, amoroso e protetor do que qualquer patriotismo declarado em slogans. A possibilidade de viver na sociedade e o renascimento da esperança se devem à oração e não à prosperidade empresarial ou ao florescimento das artes. O ato mais importante pra despertar toda saúde e força que há em nossa terra é a oração. É claro que este não é o único meio, pois Deus usa todas as coisas para realizar Sua vontade soberana, e “todas as coisas” inclui, com toda certeza, policiais, artistas, senadores, professores, terapeutas e operários. De toda a maneira, orar é a ação fundamental.

“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis, batei e abrir-se-vos-á” (Mt.7:7)

Epafras, um intercessor exemplar

“Orar por alguém é dizer “eu te amo” escondido. É amar sem ser visto. Sem plateias ou aplausos. Orar é fortalecer o outro, abraçá-lo invisivelmente.” (C.S. Lewis)

Quando falamos a alguém, “vou orar por você”, assumimos um compromisso muito importante.  Infelizmente muitas vezes essas palavras não passam de uma expressão de cuidado e desejo de agradar nosso interlocutor, não é mesmo?

O apóstolo Paulo em sua carta aos crentes de Colossos apresenta saudações de um discípulo chamado Epafras,o qual se esforça sobremaneira, continuamente, por vós nas orações, para que conserveis perfeitos e plenamente convictos de toda a vontade de Deus.”

Esforço e perseverança caracterizam a vida de um intercessor. É um esforço porque demanda tempo e a disposição espiritual de gerar algo de Deus na vida de alguém. Isto muitas vezes custa lágrimas e até mesmo uma certa agonia …o interessante é que ao preparar este texto acabei descobrindo que a palavra que Paulo usa neste neste  texto é “agonizomai” – que significa lutar, combater, e esforçar. O vocábulo faz uma alusão  à agonia , ou ao sofrimento do combatente no campo de batalha.

A perseverança é necessária se quisermos ver os frutos. Talvez  alguém possa perguntar, mas até quando devo continuar orando por essa pessoa, ou por aquela família ou mesmo nação?  Creio que a resposta seria, até que o Espírito Santo te mostre que aquilo que Ele queria gerar através de sua intercessão já ficou pronto, completo.

Epafras fazia parte de um seleto grupo de amigos do apóstolo Paulo. Podemos imaginar que ele conhecia de perto a vida deste amigo e discípulo. Epafras também é mencionado na carta a Filemon, como sendo “prisioneiro comigo”, em Cristo Jesus.

Todos nós queremos ter amigos como Epafras, não é mesmo? pessoas que perseveram em orar por nós pra que o propósito de Deus se cumpra plenamente em nossas vidas. Mas, seria muito bom se o contrário também acontecesse, ou seja, que nos tornemos como Epafras cobrindo a vida de alguém.

Seja você um Epafras na vida de seus familiares, amigos, cidade e por que não  na vida de sua nação!

Seja você alguém que se esforça e persevera até ver Cristo formado na vida de outros.

homem-orando

Saúda-vos Epafras, que é dos vossos, servo de Cristo, combatendo sempre por vós em orações, para que vos conserveis firmes, perfeitos e consumados em toda a vontade de Deus. (Col. 4:2)

2 Cronicas 7:14 – Uma chave antiga de Deus, pra ser usada num tempo como este.


“As ações de 2 Crônicas 7:14 são chave para alcançarmos nosso próprio povo. Se não espalharmos a mensagem de 2 Crônicas 7:14 sobre humilhação, oração e busca de Deus, quem irá? Não há mensagem de que a Alemanha, a Polônia e Israel (e o Brasil também) precisem prestar atenção, mais do que esta. Esta é uma mensagem antiga, escrita há cerca de 2.500 anos. No entanto, ainda é tão importante para nós “.

E é um verso interessante. A palavra hebraica para “se humilhar”, vayikana, é a primeira palavra do verso. Ela significa render-se, desistir, saber que não temos motivo para o orgulho humano. Nosso propósito é viver apenas em Deus. Todos os povos, incluindo brasileiros, alemães e israelenses, não têm para onde ir
“De acordo com 2 Crônicas 7:14, o nome de Deus, Sua reputação, recai sobre nossos ombros. Somos chamados a “entregar-nos” a Ele e então “buscar o Seu rosto”. Qual é o “rosto” de Deus? No Heb. significa “partes internas”; a palavra “face” em Heb. significa “interno”, por que nossas faces foram criadas pra mostrar quem somos por dentro.

A Bíblia não oferece esses versículos como uma opção para os seguidores de Deus. Muitas vezes tomamos como opção. Muitas traduções em inglês e português leem: “se meu povo que se chama pelo meu nome se humilhar e orar …” essa palavra “se” não está no texto bíblico original. Não há ‘se’ aqui! A palavra hebraica usada é literalmente “e”; então diz: ‘E meu povo, que se chama pelo meu nome”. Nós somos as pessoas que invocam o Seu nome, somos as pessoas que se humilham e o buscam. Este chamado caracteriza-nos – tanto judeus como pessoas de todas as nações, que amam o Senhor Jesus. Nossa identidade é a daqueles que invocam a Deus, se humilham e o buscam. Isso é quem somos.

” Se eu cerrar os céus, e não houver chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo; 14  e (se) o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” (2 Cronicas 7:13,14 ARC)

Traduzi e adaptei esse artigo, do autor David Friedman, que é pastor judeu messiânico, conhecedor profundo do hebraico e autor de livros.

Oração em Duas Palavras pelo Avivamento

Oração em Duas Palavras pelo Avivamento

Eu encontrei uma oração incrível em duas palavras que tem o potencial de trazer um avivamento nacional.

Quando uma nação está à beira de um grande avivamento, há um nível de sucesso nas congregações e ministérios. O número de pessoas está crescendo. Mais ofertas estão chegando. Os líderes espirituais estão se tornando conhecidos, influentes e, às vezes, até mesmo ricos e famosos.

Esse nível de bênção dá à Eclésia as ferramentas que podem causar uma transformação nacional. Esta é uma etapa necessária, como uma mulher que completou a sua gravidez. No entanto, o próprio sucesso em si contém os obstáculos que podem ao mesmo tempo impedir e até interromper o crescimento do reino de Deus.

As bênçãos de Deus trazem consigo a tentação inerente de se afastar de Deus para se concentrar nas bênçãos. As pessoas podem se tornar preguiçosas, carnais, focadas apenas em entretenimento, gananciosas, orgulhosas e rebeldes. Moisés se referiu a essa síndrome assim: “Yeshurun (Jesurum) engordou e deu coices”– וישמן ישורון ויבעט – Dt 32.15.

A tentação do mundanismo é perigosa para qualquer ser humano. No entanto, existem duas ameaças que são particularmente perigosas para os líderes espirituais: a INVEJA e a COMPETIÇÃO.

Filipenses 1.15 (NAA)

É verdade que alguns proclamam Cristo por inveja e rivalidade, mas outros o fazem de boa vontade.

Os líderes espirituais podem tentar superar um ao outro. Em vez de trabalharem juntos para trazer um avivamento a toda a nação, começam a agir para derrotar o outro. Em vez de buscar um novo território e novas pessoas para alcançar em favor do reino de Deus, tornam-se defensivos para proteger seus próprios recursos e realizações.

Inveja e competição levam os líderes a falar um do outro negativamente; criticando os outros para obterem uma imagem melhor em comparação. Em essência, eles involuntariamente começam a se amaldiçoar sob o disfarce de “discernimento espiritual” e para “advertir o rebanho”. Isso traz divisão e destruição para o povo de Deus.

Quando Paulo escreveu isso, estava na prisão. Todo o trabalho que ele havia realizado estava sendo apropriado por outros (alguns com boas intenções e outros não). Alguns estavam ficando famosos e falando mal dele. Ele estava sozinho e sofrendo. No entanto, ao invés de olhar para o problema, ele escolheu enxergar uma bênção nisto.

Fp 1.18

Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei.

Aí está, a oração de duas palavras que pode trazer um avivamento nacional: “E DAÍ”? “QUE IMPORTA?” Se todos os líderes ignorassem sentimentos de inveja e competição entre si, e apenas se alegrassem com o fato de o trabalho de outra pessoa crescer e afetar a muitos, todo o reino de Deus daria um salto para a frente.

Esta é uma purificação necessária de coração para todo líder espiritual. Paulo lidou com isso em relação a Apolo (1 Coríntios 3). Pedro teve que lidar com isso em relação a João (Yeshua desafiou Pedro a não se comparar a João, mesmo se Yeshua pedisse para Pedro ser crucificado e João fosse viver para sempre – João 21).

Eu já vi esse desafio em quase todos os países onde a obra de Deus cresce e é abençoada – EUA, Extremo Oriente, África, Brasil, Europa e certamente aqui em Israel. Parece intransponível, mas pela graça de Deus pode ser superado. Deixemos de lado toda inveja e competição. Oremos para que o trabalho dos outros grupos seja ainda mais bem-sucedido. Que nos enxerguemos como uma família de fé, mesmo sendo totalmente diferentes um do outro.

Parece que alguém está crescendo mais do que você? E daí? Contanto que mais pessoas sejam alcançadas pelo amor de Deus, isso é ótimo! Alguém está recebendo crédito por algo que você fez? Alguém está trabalhando movido por uma ambição egoísta? E daí? Deixemos de lado todas as comparações. Quando alguém é abençoado, todos somos abençoados. Somos uma família.

Vamos fazer esta grande oração de duas palavras em favor de vitória sobre competição e inveja. “E DAÍ?” E que comece o avivamento!

Por Asher Intrater (REVIVE ISRAEL)

E.M. Bounds: O Exemplo dos apóstolos

Os apóstolos conheciam a necessidade e o valor da oração para o seu ministério. Reconheceram que a sua nobre missão como apóstolos, em lugar de aliviá-los da necessidade de oração, impelia-os a ela como uma necessidade mais urgente; assim eles foram excessivamente zelosos para que alguma outra tarefa importante não viesse esgotar seu tempo e impedisse a sua oração como deviam fazer; assim, escolheram leigos para cuidar dos deveres delicados e crescentes de ministrar aos pobres, a fim de que eles (os apóstolos) pudessem, sem empecilho, “perseverar na oração e no ministério da palavra” (Atos 6:4). Colocaram a oração em primeiro lugar e deram ênfase à sua posição com respeito à oração, “entregaram-se a ela”, tornando-a uma tarefa, sujeitando-se a ela, dando-lhe fervor, urgência, perseverança e tempo.

Como os santos apóstolos se devotaram a este divino trabalho de oração! “Orando abundantemente dia e noite”, diz Paulo. “Mas nós perseveraremos na oração…” foi a resolução dos dedicados apóstolos.

Como estes pregadores do Novo Testamento se entregaram à oração pelo povo de Deus! Como apresentaram Deus às suas igrejas, com toda plenitude, por suas orações! Estes santos apóstolos não tinham a presunção de que haviam satisfeito seus altos e solenes deveres pela entrega fiel da Palavra de Deus, mas sua pregação, pelo ardor e insistência de suas orações, ficou gravada nas mentes dos ouvintes e produziu efeitos.

A oração apostólica era tão determinante, árdua e imperativa como a pregação. Oravam poderosamente, de dia e de noite para trazer seu povo aos lugares mais altos da fé e santidade. Oravam mais poderosamente para conservá-lo nesta atitude espiritual. O pregador que nunca aprendeu, na escola de Cristo, a nobre e divina arte da intercessão pelo seu povo, nunca aprenderá a arte da pregação, mesmo que conheça muito bem as regras da homilética e seja o mais dotado gênio da confecção do sermão e na transmissão.

As orações dos santos líderes apostólicos fizeram muito para tornar santos aqueles que não eram apóstolos. Se os líderes da Igreja, nos anos posteriores tivessem sido tão cuidadosos e fervorosos em suas orações pelo seu povo, como os apóstolos, os tempos tristes e tenebrosos do mundanismo e apostasia não teriam manchado a história, ofuscado a glória e detido o avanço pela Igreja. A oração apostólica faz santos apostólicos e conserva os tempos apostólicos de pureza e poder da Igreja.

Iêmen – Quase cem mil pessoas já morreram devido à fome e a guerra

Sem um fim óbvio à vista, o custo humano da guerra civil no Iêmen não para de se agravar. Um relatório recente diz que, em quatro anos, o conflito causou quase cem mil mortos, além de três milhões de desalojados e ainda a maior epidemia de cólera no planeta.

O capítulo trágico mais recente aconteceu esta semana, quando os rebeldes houthis bloquearam a entrega de ajuda humanitária destinada a alimentar cem mil famílias. A denúncia foi feita por um responsável do Programa Alimentar Mundial (PAM) das Nações Unidas que explicou, sob anonimato, que os rebeldes impediram a entrada de oito mil toneladas de farinha no território que controlam, dizendo estar contaminada com insectos mortos.

Estima-se que mais de 15 milhões de pessoas equivalente a mais da metade da população total do Iêmen, estejam sofrendo fortes carências alimentares –400 mil crianças sofrem de deficiências nutricionais. A destruição de infra-estruturas básicas, como hospitais, clínicas e estradas, também tornou o Iêmen num campo fértil para epidemias como a cólera, que atinge mais de um milhão de pessoas. Sempre que abordam a guerra no Iêmen, as Nações Unidas lembram que se trata da “pior crise humanitária” no planeta.

Fonte de Notícias:  https://www.publico.pt

Vamos clamar por uma intervenção de Deus nesta nação? 

Orações chaves nas cartas do apóstolo Paulo

Quando tomamos nosso tempo e buscamos a Deus, temos maravilhosas orações do Novo Testamento onde podemos usar palavras para expressar nosso desejo por mais dele e nosso desejo de concordar com sua vontade.
Abaixo estão algumas das muitas orações do Novo Testamento que nos ajudam e fortalecem nosso relacionamento com Deus.

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Romanos 15:5,6;13
“Ora, o Deus de paciência e consolação vos conceda o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo Cristo Jesus, para que concordes, a uma boca, glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.
Ora, o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz em crença, para que abundeis em esperança pela virtude do Espírito Santo.”

ao único Deus, sábio, seja dada glória por Jesus Cristo para todo o sempre. Amém! (Rom. 16:27)

Efésios 1:15-19

Pelo que, ouvindo eu também a fé que entre vós há no Senhor Jesus e o vosso amor para com todos os santos, não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações,  para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação, 18 tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos 19 e qual a sobre-excelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder,

Efésios 3:14-19

14 Por causa disso, me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, 15 do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome, 16 para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais corroborados com poder pelo seu Espírito no homem interior; 17 para que Cristo habite, pela fé, no vosso coração; a fim de, estando arraigados e fundados em amor, 18 poderdes perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade 19 e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.

Filipenses 1:9-11

E peço isto: que o vosso amor aumente mais e mais em ciência e em todo o conhecimento. 10 Para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros e sem escândalo algum até ao Dia de Cristo, 11 cheios de frutos de justiça, que são por Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus.

Colossenses 1:9-14

Por esta razão, nós também, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que sejais cheios do conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e inteligência espiritual; 10 para que possais andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda boa obra e crescendo no conhecimento de Deus; 11 corroborados em toda a fortaleza, segundo a força da sua glória, em toda a paciência e longanimidade, com gozo, 12 dando graças ao Pai, que nos fez idôneos para participar da herança dos santos na luz.

13 Ele nos tirou da potestade das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor, 14 em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados;

1 Tessalonicenses 3:12,13

E o Senhor vos aumente e faça crescer em amor uns para com os outros e para com todos, como também nós para convosco; 13 para confortar o vosso coração, para que sejais irrepreensíveis em santidade diante de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, com todos os seus santos.

1Tess. 5:23,24

E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. 24 Fiel é o que vos chama, o qual também o fará.”

Como desenvolver uma vida de oração eficaz (4)

Profeta

A maneira mais substancial em que podemos fortalecer nossa vida de oração é alimentando-nos da Palavra de Deus. Isto inclui a prática de conversação ativa com Deus, quando lemos a Sua Palavra. As Escrituras nos concede o “material de conversação” para a nossa vida de oração e torna-a mais agradável.

 Não se aparte da tua boca o livro desta lei, antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido.”  (Josué 1:8)

O estudo da Bíblia deve nos levar a um diálogo com Deus. Jesus repreendeu os fariseus por examinarem as Escrituras sem usá-las para desenvolver um relacionamento real com Deus.

“Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que dão testemunho de mim;  mas não quereis vir a mim para terdes vida!”   (Jo. 5:39,40)

Esse “vir a mim” aqui nos fala de relacionamento, diálogo.

Duas grandes categorias de verdades relacionados ao ler orando a Palavra são: (1) Escrituras que se concentram em promessas “para crer“ e (2) Escrituras que nos exortam “a obedecer.”

Temos promessas na Palavra nas quais precisamos crer. Quando dialogamos com Deus ativamente, oramos essas promessas que nos levam a crer.

Em primeiro lugar, agradecemos a Deus por uma verdade particular. Tornamos essa verdade em declarações de gratidão ou de confiança. Por exemplo, podemos orar: “obrigado por que Tu me amas, perdoas, orienta e provês tudo o que preciso.”

Segundo, pedimos a Deus que nos revele verdades específicas (cf. Efésios 1:17). Por exemplo, oramos: “Pai, mostra me mais do Teu amor, perdão, direção e provisão para minha vida.”

Nesse diálogo ativo com Deus,  oramos verdades que nos exortam a“obedecer” à Sua Palavra.

Em primeiro lugar, nós nos comprometemos a obedecer a Deus na forma específica estabelecida numa passagem que lemos.  Fazemos declarações denossa vontade de obedecer, dizendo, “em meu coração me proponho a obedecerno meu falar, no uso do tempo e do dinheiro.”

Em segundo lugar, pedimos a Deus para nos capacitar a obedecer a uma verdade específica. Pedimos a Deus que nos ajude  concedendo-nos sabedoria, motivação e poder para obedece-lo em áreas específicas. Por exemplo, você pode orar: “Pai, ajuda-me a amar-te, a refrear o meu falar, e também usar meu tempo e recursos em obediência completa a Ti.”

Porque temos um Pai amoroso podemos orar confiando que nossas orações serão atendidas, como declarou o salmista no Salmo 66:

“Bendito seja Deus, que não me rejeita a oração, nem aparta de mim a sua graça.”        (Salmos 66:20)