Reflexões sobre falsos ensinos (4)

Outro teste revelador quanto à solidez da experiencia religiosa é: Como ela afeta minha atitude em relação às sagradas escrituras? Essa nova experiência, essa nova visão da verdade, foi gerada pela própria palavra de Deus ou é resultado de algum estímulo externo, fora da Bíblia? (…) O que quer que tenha origem fora das Escrituras dever ficar sob suspeita até que venha mostrar-se de acordo com elas. Por mais alto que seja o conteúdo emocional, nenhuma experiência pode ser provada como autêntica a não ser que se encontre autoridade para ela nas Escrituras. “À lei e ao testemunho” (Isaías 8:20) deve ser sempre a prova final. A verdade é que a Bíblia não ensina que haverá uma nova luz e experiências espirituais mais avançadas nos últimos dias; ela ensina justamente o oposto. Nada em Daniel ou no Novo Testamento pode ser manipulado a fim de defender a ideia de que nós, que vivemos no final da era cristã, iremos receber luz que não foi conhecida no início. Suspeite de todo homem que alegue ser mais sábio do que os apóstolos ou mais santo do que os mártires da igreja primitiva. Dado, porém, que as Escrituras nem sempre sejam claras e que existem diferenças de interpretação entre homens igualmente sinceros, este teste irá fornecer toda a prova necessária com relação ao qualquer assunto de religião, a saber: Como isso afeta meu amor e minha apreciação pelas Escrituras? É bom lembrar que a Bíblia é o livro inspirado por Deus. A carta de amor d’Ele pra todos nós!  Quando ao ler você não entender o que está lendo, busque a ajuda de um seguidor genuíno de Cristo, que ama e também vive o que está escrito no livro sagrado.

Yom Kippur e o profeta Jonas

O profeta Jonas é lido nas sinagogas na tarde de Yom Kippur. Talvez a razão mais importante seja que o livro aponta especificamente para o amor de Deus pelas Nações, e para a verdade que Sua mensagem de arrependimento pelos pecados, expiação e perdão se estende não somente a Israel, mas a todos os filhos de Adão. Desde o início, uma parte do chamado especial de Israel foi que através dela surgiria uma “Luz para as nações”, e nela “todas as famílias do mundo serão abençoadas”. Assim como com Jonas, é responsabilidade do Deus de Israel hoje, compartilhar as boas novas da provisão de Deus do Cordeiro – de expiação pelo pecado – fora de suas próprias fronteiras, até mesmo para com seus inimigos!

Bem vindo ano 5779

O tradicional Ano Novo Judaico acabou de chegar. É chamado Rosh Hashanah em hebraico e Rosh Hashoneh em iídiche. Os filhos e filhas de Jacob mordiscam maçãs e mel enquanto esperam por um ano doce. As sinagogas registram seu maior comparecimento na medida os  Dias Sagrados ou os  Dias temíveis se aproximam. O Dia da Expiação (Yom Kippur ou Yom Hikippurim) se aproxima trazendo com ele a consciência do pecado na comunidade judaica.

As tradições, a liturgia e as comemorações profundamente emocionantes de Rosh Hashaná são uma parte importante da vida de muitos judeus. Até alguns crentes gentios em Yeshua amam as celebrações sazonais. Mas, como muitas celebrações piedosas em outras religiões, a Bíblia muitas vezes desempenha um papel secundário nas tradições dos homens.
 
A Bíblia hebraica nos diz que o Ano Novo judaico não está em Tishrei (que ele chama de sétimo mês), mas 14 dias antes da Páscoa, no primeiro mês da primavera (que é chamado de Aviv na Bíblia (Êxodo 12: 1-3; 13: 4).
 
O que hoje é chamado de Rosh Hashaná é, na verdade, o que a Bíblia chama de “a Festa das Trombetas” (ou a “Festa do Sopro” das trombetas). É a quinta festa no calendário bíblico (Levítico 23: 23-25). Ocorre no mês bíblico chamado Eitanim (que significa “os fortes” em hebraico – veja 1 Reis 8: 1-2).

 

Rohingya, quem ouvirá o clamor deste povo?

Foi só no início da semana passada que ouvi pela primeira vez sobre o povo “Rohingya”. Infelizmente, é mais um exemplo de povo deslocado, desprezado e sem ter pra onde ir.  Que Deus tenha misericórdia e ouça o clamor deste povo!

&      &      &      &      &      &

Um relatório das Nações Unidas recomendou que os altos oficiais militares de Mianmar “sejam investigados e processados” por realizarem genocídio e outras graves atrocidades contra a minoria muçulmana Rohingya no extremo oeste do país”.

O relatório marca a primeira vez que a ONU pede explicitamente que os oficiais de Mianmar sejam acusados ​​de genocídio por causa de sua campanha militar no Estado de Rakhine.

O relatório, baseado em uma investigação local conduzida em Mianmar, acusa as forças armadas do país do Sudeste Asiático de graves crimes de guerra contra os Rohingya. O texto documenta graficamente numerosos casos de assassinatos em massa, violação sistemática e tortura de crianças.

“Em alguns casos, centenas de pessoas morreram. Casas foram trancadas e incendiadas. Poucos sobreviveram ”, diz o relatório.

A publicação acontece apenas um ano depois que cerca de 700 mil rohingya fugiram de Mianmar para o vizinho Bangladesh em meio à violência entre o exército do país e uma facção de insurgentes armados.

Militares de Mianmar — chamados de “Tatmadaw” — argumentaram que as mortes de civis não foram intencionais e sim um efeito colateral de uma ação determinada a conter grupos terroristas Rohingya escondidos entre civis. A ONU, no entanto, rejeitou tais alegações, concluindo que “a necessidade militar nunca justificaria matar indiscriminadamente, estuprar mulheres, agredir crianças e queimar aldeias inteiras. As táticas do Tatmadaw são consistente e grosseiramente desproporcionais às ameaças de segurança reais”.A ONU aponta o dedo para membros específicos do alto escalão do Tatmadaw e culpa cinco altos funcionários por orquestrarem uma campanha de limpeza étnica. Além disso, o relatório culpa pessoalmente o notório Comandante dos militares, Min Aung Hlaing, como líder da campanha e pede sua acusação no Tribunal Penal Internacional.

Aung San Suu Kyi

A líder do Mianmar, Aung San Suu Kyi, ganhadora do prêmio Nobel da Paz, também foi apontada no relatório por sua alegada “inação”.

Para a ONU, Aung San Suu Kyi “não usou sua posição de fato como chefe de governo, nem sua autoridade moral, para conter ou impedir os eventos que se desdobram, ou buscar caminhos alternativos para cumprir a responsabilidade de proteger a população civil”.No entanto, esta não é a primeira vez que a ONU critica Suu Kyi, descrita pelo ex-presidente dos EUA Barack Obama em 2012 como “um ícone da democracia”. Em dezembro de 2017, o Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Zeid Ra’ad Al-Hussein, sugeriu que a líder de Mianmar poderia ser “culpada” pelos crimes cometidos naquela época contra os Rohingya, que incluíam o deslocamento forçado e assassinatos em massa.

“Dada a escala da operação militar, claramente essas teriam que ser decisões tomadas em alto nível”, disse o oficial.

Facebook

O Painel da ONU também criticou o Facebook por permitir que “discurso de ódio” contra os Rohingya se espalhassem pela rede social.

De acordo com a ONU, o Facebook, que se tornou um dos sites mais usados ​​de Mianmar nos últimos anos, tem sido explorado por grupos de vigilantes e militares do país para propagar o discurso de ódio e “propaganda” anti-Rohingya.

O Facebook respondeu imediatamente às acusações na segunda-feira ao declarar que bloqueou as contas de 20 autoridades e organizações de Mianmar acusadas pela ONU para “cometer ou permitir sérios abusos aos direitos humanos”.

Resposta dos EUA

Os Estados Unidos, que há muito tempo defendem Aung San Suu Kyi como uma garota propaganda da promoção da democracia, estão realizando seu próprio inquérito sobre a campanha militar de Mianmar. Uma porta-voz do Departamento de Estado disse acreditar que o relatório da ONU demonstra  “abusos generalizados dos direitos humanos” pelas forças de segurança.

Washington tem sido acusada de “lavar as mãos” em relação ao conflito, relutando em romper os laços com Suu Kyi e condenar suas operações militares como genocídio ou crimes contra a humanidade.

No entanto, um funcionário amplamente citado sob condição de anonimato disse que as últimas descobertas da ONU podem pressionar o governo Trump para que ele tome medidas mais firmes, provavelmente sob a forma de pesadas sanções contra Suu Kyi e seu governo.

 Fonte: https://br.sputniknews.com/asia_oceania/2018082812074717-onu-mianmar-genocidio-Rohingya/

Descobrindo nossa verdadeira Identidade

Quem dentre nós nunca fez essa pergunta, “afinal, quem sou eu?”

Do latim identĭtas, a identidade é o conjunto das características e dos traços próprios de um indivíduo ou de uma comunidade. Esses traços caracterizam o sujeito ou a colectividade perante os demais.

Precisamos parar de nos ver de acordo com nossa identidade no sentido mundano e, em vez disso, nos ver primeiramente em nossa identidade em Cristo. Mas afinal,  o que exatamente isso significa?

Deixo aqui alguns textos bíblicos que nos ajudarão a entender e reafirmar nossa real identidade:

*Somos filhos de Deus e temos o direito de chamar Deus de “Abba Avinu” – ou seja, nosso Deus Pai.

 “Porque não recebestes o espírito de escravidão, para, outra vez, estardes em temor, mas recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.  O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus”.  (Romanos 8: 15-16)    Ver também Gálatas 3: 26-29; 4: 6-7; Colossenses 1: 5, 3 : 11.

*Nós somos o templo de Deus, significando que Ele habitará dentro de nós e nunca nos deixará.

Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?  Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo. (1 Co. 3:16,17)  

Ou não sabeis que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?  Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.  (1 Co.6:19,20)   (Romanos 8: 9-12;  6: 19-20; Gálatas 3:13, 4: 5).

*Somos parceiros da natureza de Deus, o que significa que temos o caráter de Cristo  Jesus. Esse é o fruto do Espírito.   Dessa maneira, ele nos deu as suas grandiosas e preciosas promessas, para que por elas vocês se tornasse participantes da natureza divina e fugissem da corrupção que há no mundo, causada pela cobiça.  (2 Pedro 1: 4)  Também Gálatas 5: 22-23).

*Somos cidadãos do céu e embaixadores de Cristo. Nós somos epístolas, cartas vivas!      “A nossa cidadania, porém, está nos céus, de onde esperamos ansiosamente o Salvador, o Senhor Jesus Cristo”.  (Filipenses 3:20   Ver também 2 Coríntios 2: 14-3: 3, 5:20)

*Nós pertencemos a Jesus e com Ele  podemos superar todas as provas da vida.  “Posso todas as coisas naquele que me fortalece.” (Fp. 4:13)   Outros textos: 1 Coríntios 10:13; Romanos 8:26; Filipenses 2:13; Efésios 6: 10-18).

Existe um propósito para nossa vida. Vivemos para refletir Jesus.  Somos feitos à Sua imagem,

“Então disse Deus: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. (Gênesis 1:26a)                  Ver também, Romanos 8: 29-30; Efésios 2:10; Tito 2:14; Filipenses 3: 10,21; 1 Coríntios 15: 49-58).

Deus nos reconciliou consigo mesmo, perdoando nossos pecados e nos capacitando a nos identificarmos nEle.      Mas agora ele os reconciliou pelo corpo físico de Cristo, mediante a morte, para apresentá-los diante dele santos, inculpáveis e livres de qualquer acusação…”  (Colossenses 1:22)