Um pequeno relatório sobre a China: Governo impõe restrições e direitos adquiridos pelos cristãos nos últimos 20 anos

Em 1º de fevereiro de 2018, o governo chinês impôs novas leis religiosas muito restritivas. Essas leis revertem muitas das liberdades que os cristãos na China experimentaram nos últimos 20 anos.

Em suma, as novas leis afirmam que:

  1. A igreja não terá mais permissão para ensinar a Bíblia. A partir de agora, a educação é o único direito do partido comunista ateu. Então, as escolas dominicais e todas as classes bíblicas são proibidas.

Já em dezembro do ano passado, um proeminente pastor chinês com quem trabalhamos por muitos anos relatou que a polícia havia invadido sua igreja. As autoridades removeram todas as carteiras e equipamentos de ensino porque não podem mais dar aulas.

  1. O número de pessoas que frequentam os cultos da igreja está restrito. De acordo com alguns de nossos colegas chineses, eles foram informados de  mais de 20 pessoas, cada uma delas teria sido multada em 10.000 yuan (US $ 1.500).

Você pode imaginar tal situação acontecendo em seu país?

Por favor, dedique um momento para considerar como tais leis impactariam a vida e missão de sua igreja, e sua própria caminhada com Jesus.

Acredite em nós quando dizemos: não lemos esses fatos on-line ou em um jornal. Eles foram relatados diretamente para nós em reuniões e conversas com líderes cristãos chineses!

O governo chinês teme que haja um número demasiado de cristãos na China.

Um ex-ministro do governo da Malásia nos contou sobre uma conversa que teve com um líder do governo chinês que o informou de que havia 150 milhões de cristãos na China. Verdade ou não, uma estatística como essa causa medo na liderança comunista.

Os Objetivos do governo são simples:

*Destruir aos poucos a igreja de Cristo existente hoje na China, privando-os da Palavra de Deus.

  • Evitar que toda uma próxima geração na China ouça o evangelho.

 

Aqui está a mensagem postada pelo governo: “Nenhum membro do Partido Comunista; nenhum membro do exército; ninguém em educação de qualquer tipo; e ninguém que tenha menos de 18 anos de idade “poderá até entrar naquele prédio da igreja.   

Então, cerca de metade da população não pode nem entrar mais naquela igreja!

Há muito mais. As Bíblias agora estão proibidas de serem vendidas online. Escolas em alguns lugares são solicitadas a relatar o histórico religioso de todos os seus alunos. Poderíamos continuar com  relatório após relatório.

Acreditamos que essas ações são uma tentativa direta de destruir o cristianismo na China.

Então, acreditamos que, neste momento, os cristãos na China precisam saber mais do que nunca que estamos com eles.

 

Fonte:   https://www.derekprince.org

 

Reflexões sobre falsos ensinos (3)

O próximo teste pra sabermos se um ensino é verdadeiro ou falso, é questionarmos se essa nova experiencia/ensino afetou ou tem afetado nossa atitude para com o Senhor Jesus Cristo.

Qualquer que seja a posição que a religião do homem conceda a Cristo, Deus Lhe deu o primeiro lugar no céu e na terra.  “Este é o meu Filho amado, em quem Me comprazo” (Mt.3:17), falou a voz de Deus do céu com respeito ao nosso Senhor Jesus.

Pedro, cheio do Espírito Santo, declarou: “Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo”(At.2:36)

Pedro falou de novo sobre Ele: Não há salvação em nenhum outro, porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os nomes pelo qual importa sejamos salvos”.  (At. 4:12)

O livro de Hebreus inteiro é dedicado a ideia da superioridade de Cristo sobre todos. Ele é mostrado como sendo superior a Moisés e a Arão, e até os anjos são chamados para prostrar-se e adorá-Lo.

O apóstolo Paulo também nos ajuda a compreender a superioridade de Cristo:

    Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação;  (Col.1.15)

    Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade.  (Col.2.9)

Enfim, Jesus deve estar sempre no centro de toda verdadeira doutrina, toda prática aceitável e toda experiencia cristã genuína. Tudo o que faz dele menos do que Deus declarou que Ele é não passa de ilusão pura e simples, e deve ser rejeitado, por mais agradável ou satisfatório que seja no momento.

Cristianismo sem Cristo parece contraditório, mas ele existe como um fenômeno real em nossos dias. Muito do que está sendo feito em nome de Cristo é falso em relação a Ele, sendo concebido pela carne, incorporando métodos carnais e buscando fins carnais.  O que denuncia a falsidade é o fato de Cristo não ser o centro: Ele não é tudo em todos.

Se, por outro lado, a nova experiencia tende a tornar Cristo indispensável, se tira nossos interesses de nossos próprios sentimentos e os coloca em Cristo, estamos no caminho certo. O que quer que faça Cristo mais querido para nós seguramente vem de Deus.

 

O Arco-íris – um simbolo da bondade de Deus

De acordo com a Bíblia, um arco-íris não é simplesmente um belo espetáculo, mas um símbolo da “aliança eterna” que Deus fez, prometendo nunca mais inundar a Terra (Gênesis 9:16). No hebraico original da Bíblia, a palavra para “arco-íris” é keshet (קשת). Essa palavra aparece com frequência na Bíblia, mas somente aqui se refere a um arco-íris. Em todas as outras passagens, a palavra keshet refere-se ao arco de um arqueiro, a principal arma de guerra nos tempos da antiga Israel, de modo que a associação imediata ao ouvir a palavra keshet era de violência.

Depois do dilúvio, Deus surpreendentemente exibe um enorme arco no céu. Mas esse arco não contém uma flecha e está virado para cima, afastado da terra. A mensagem é clara: Deus colocou de lado a sua arma de guerra e a substituiu por um símbolo da bondade amorosa. Apenas o hebraico revela a beleza secreta desta história. 

Alguns versos Bíblicos que mencionam o arco-iris:

“Toda vez que o arco-íris estiver nas nuvens, olharei para ele e me lembrarei da aliança eterna entre Deus e todos os seres vivos de todas as espécies que vivem na terra”. (Gênesis 9:16)

Tal como a aparência do arco-íris nas nuvens de um dia chuvoso, assim era o resplendor ao seu redor. Essa era a aparência da figura da glória do Senhor. Quando a vi, prostrei-me, rosto em terra, e ouvi a voz de alguém falando. (Ezequiel 1:28)

Aquele que estava assentado era de aspecto semelhante a jaspe e sardônio. Um arco-íris, parecendo uma esmeralda, circundava o trono… (Apocalipse 4:3)

 

 

Sobre falsos ensinos (2)

Prosseguindo esta série que comecei no início do mês, vou compartilhar o primeiro dos sete pontos que nos foi deixado pelo Tozer,  sobre o assunto.

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Minha atitude com relação a Deus

Um teste vital para toda experiencia religiosa é como ela afeta nosso relacionamento com Deus, nosso conceito de Deus e nossa atitude com Ele.

O equilíbrio e a sanidade do universo exigem que Deus seja enaltecido em todas as coisas.

“Grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado; a Sua grandeza é insondável”(Sl. 145.3).  Deus age apenas para a sua glória e tudo o que vem Dele tem como finalidade enaltece-Lo. Qualquer doutrina, qualquer  experiencia que sirva para exaltá-Lo terá sido provavelmente inspirada por Ele. E, de modo oposto, tudo o que oculte Sua glória ou que O faça parecer menos maravilhoso certamente foi gerado pela carne ou pelo diabo.

O grande teste é este: Que influência este ensino teve (e está tendo) em minha relação com o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo? Se essa nova visão da verdade – esse novo encontro com coisas espirituais – me faz amar mais a Deus, se O exaltou a meus olhos, se purificou meu conceito de Seu ser e fez com que parecesse mais maravilhoso do que antes, posso, então, concluir que não me desviei para o caminho agradável, mas perigoso e proibido, do erro.


Creio que é importante sempre examinarmos diante de qualquer ensino, se o mesmo está nos levando a amar a Deus com todo o nosso coração, alma e força.

 “E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. 38 Este é o primeiro e grande mandamento. 39 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. 40 Desses dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.”                  (Mateus 22:37,38 ARC)

 

 

 

 

Somália, uma nação esquecida?

Para muitos a Somália é uma nação esquecida. Não há bancos, empregos, importações, exportações e poucos laços diplomáticos. Com poucos recursos naturais, corrupção generalizada e milícias brutais, a Somália não é apenas uma das nações mais pobres e mais oprimidas do mundo – é um dos lugares mais difíceis de se infiltrar com missões e ajuda humanitária.

De acordo com a Agencia Brasil, mais de um milhão de pessoas fugiram dos seus lares em 2017 devido à grave seca e conflitos onde mais de 6,2 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária.  Além disso, mais de 3 milhões estão em situação crítica e 388 mil menores de cinco anos sofrem desnutrição aguda.

A Somália também é um dos lugares mais perigosos do planeta para ser cristão. Noventa e nove por cento dos 11 milhões de habitantes são muçulmanos, e o país está cheio de militantes islâmicos cujos alvos mais valorizados são os cristãos.

Àqueles que creem no poder da oração rogo que coloquem a Somália em seus momentos de intercessão!

A Somália não é uma nação esquecida por Deus. E que ela seja lembrada nestes dias por aqueles que ouvem o pulsar do coração do Pai!

Vamos interceder por organizações cristãs que estão buscando oportunidades de se infiltrar na Somália com o evangelho. Oremos também por aqueles que estão entrando pra treinar missionários, fornecer ajuda humanitária e espalhar a Palavra às pessoas esquecidas, quebradas e não alcançadas desta nação.

Reflexões sobre falsos ensinos (1)

Começando hoje uma série de posts sobre engano e falsos ensinos nos últimos dias. Que Deus use estas sementes pra gerar em nós amor à verdade e proteção de toda apostasia!


Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência,  (1 Tm.4:1,2)

Certamente, chegamos nesse tempo ao qual referiu o apóstolo Paulo em sua carta a Timóteo.

Portanto, precisamos ser cautelosos e nos guardar de todo ensino falso e contrário ao espírito de Cristo.

De Policarpo, um dos pais da igreja,  temos uma advertência que faremos bem em atender:

Acima de tudo, não deixe sua fé ser pervertida por falsos ensinos. Há sempre pessoas que estão preparadas para perverter as palavras de Cristo para seus próprios propósitos e negar o julgamento final a fim de persuadirem a si mesmas e aos outros de que estão sem medo de punição. Nem mesmo ouça as pessoas, mas vire as costas para elas. (Policarpo de Esmirna)

Nosso querido irmão Tozer nos encoraja com estas palavras:                                                                                   “Nosso Senhor Jesus, o grande pastor das ovelhas, não deixou Seu rebanho à merce dos lobos. Ele nos deu as Escrituras, o Espírito Santo e um poder natural de observação, e espera que nos beneficiemos constantemente da ajuda deles”.

Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores.  (Mateus 7:15)

Tozer também nos confidencia algo, que é como um teste, que ele usou durante muitos anos, pra testar suas próprias experiencias espirituais e religiosas:

“Em resumo, o teste é este: essa nova doutrina, esse novo habito religioso, essa nova visão da verdade, essa nova experiência espiritual, de que forma tem afetado minha atitude com relação a Deus e minha comunhão com Ele, com Cristo, com as sagradas Escrituras, comigo mesmo, com outros cristãos, com o mundo e com o pecado?”