Cinco Pilares da Igreja Chinesa

Não há dúvida de que a igreja na China é uma das que mais tem crescido nos últimos anos. Alguns especialistas até presumem que esta nação se tornará em breve o maior país cristão do mundo. Apesar das perseguições e restrições impostas pelo governo chinês, nada tem impedido o crescimento do Corpo de Cristo nesta nação gigante.

Quero deixar aqui os cinco pilares da igreja chinesa, que ouvi de um pastor que visitou a China e ouviu um dos líderes da igreja :

Cinco Pilares da Igreja Chinesa

  1. Oração – Os cristãos chineses descobriram o segredo de permanecer inabaláveis mesmo em meio as maiores tempestades. Vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, milhares de cristãos se reúnem em um canto do nordeste da China para um movimento de oração sem precedentes. Certamente esse mover de oração é o que tem causado o crescimento da igreja chinesa.
  2. Compromisso com a Palavra – Assim como nossos irmãos chineses, precisamos nos comprometer a ler, estudar e obedecer à palavra de Deus.
  3. Mente missionária – Cristãos da China estão sendo enviados pra os lugares mais desafiadores da terra. Em nossa viagem recente ao Líbano tivemos a oportunidade de encontrar um grupo grande de obreiros chineses, que foram enviados com o alvo de servir aos refugiados naquela nação.
  4. Expectativa do sobrenatural – Situações difíceis como perseguições, falta de recursos financeiros e enfermidades, nos colocam frente ao desafio de crermos ou não no agir sobrenatural de Deus. O corpo de Cristo na China tem aprendido a viver por fé e não por vista.
  5. Aceitação do sofrimento para a glória de Cristo – Sofrimento é uma palavra que tentamos abolir de nossos dicionários. Todavia para os irmãos desta nação gigante, o sofrimento é algo que eles tem acolhido e por isso tem levado a igreja a um crescimento além das expectativas.

Estados Unidos, Guatemala e Paraguai mudam suas capitais pra Jerusalém

O mês de maio foi marcado por acontecimentos importantes no que concerne a Israel.

Um destes acontecimentos foi que três nações das Américas mudaram suas capitais pra Jerusalém:

América do Norte, Estados Unidos (Dia 14)

América Central, Guatemala (Dia 16)

América do Sul, Paraguai (Dia 21)

Segue abaixo o testemunho de uma irmã nossa que mora em Jerusalém:

Eu moro em Israel 28 anos! Na semana passada senti a maior mudança na atmosfera. Quando a embaixada americana abriu oficialmente em Jerusalém, seguida dois dias depois pela embaixada guatemalteca, aconteceu algo espiritual. Por 38 anos, tiveram suas embaixadas em Tel Aviv, enquanto o governo de Israel funcionava em Jerusalém. Mas na semana passada, duas nações decidiram dar um passo ousado e concordar com Israel, em face da grande oposição do resto do mundo. E agora hoje (segunda-feira), o Paraguai mudou sua embaixada aqui! Quando esses movimentos aconteceram, Israel percebeu de uma forma que ela ainda não tinha até agora, que ela tem amigos. Um espírito de rejeição de longa data que paira sobre nossa nação começou a quebrar. Isso é enorme! Nós em Israel estamos cientes do preço que estas três nações terão que pagar por esta decisão extraordinária! De certa forma, eles já estão experimentando o gosto daquela rejeição que tem sido nossa. No entanto, eles estão fazendo isso de qualquer maneira. Nós não estamos sozinhos! Pelo seu abraço, estes três amigos estão tocando e fazendo uma mudança no próprio coração de Israel!

Nuvem de dia, coluna de fogo à noite – A provisão de Deus para o seu povo!

Estamos num dos períodos mais especiais do ano. Pentecostes é uma das celebrações mais importantes para a igreja de Jesus na terra, pois foi durante a festa judaica de pentecostes que o Espírito Santo desceu pra habitar na vida de cada discípulo de Cristo. Aproveito o momento pra compartilhar aqui algo que traduzi do autor britânico Derek Prince.   Feliz Pentecostes e  Boa leitura! 🙂


Estendeu uma nuvem por coberta e um fogo, para os alumiar de noite.” (Salmo 105:39)

O Salmo 105 descreve como o Senhor guiou e protegeu Seu povo, Israel, em sua jornada de quarenta anos pelo deserto do Sinai. Estendeu uma nuvem como uma cobertura durante o dia e durante a noite deu-lhes fogo que proveu ambos, luz e calor.

Durante meu tempo como soldado na Segunda Guerra Mundial, eu fiz viagem de uma semana através desse deserto do Sinai, e lá aprendi algo, que me permitiu entender as maravilhas da provisão de Deus. Durante o dia, o deserto é muito quente, mas à noite ele se torna terrivelmente frio e eu vi como maravilhosamente Deus providenciou. Durante o dia, aquela nuvem era um escudo que os protegia do calor dos raios solares, mas à noite tornava-se um fogo que lhes dava tanto luz quanto o calor necessário. E foi assim que Deus guiou Seu povo durante quarenta anos pelo deserto.

Pelo Novo Testamento entendemos que a nuvem que se tornou um fogo durante a noite é para nós um tipo, ou uma prefiguração do Espírito Santo e que Deus agora orienta o seu povo de forma semelhante neste mundo através do Espírito Santo – e com o Espírito Santo é o mesmo. Em tempos de calor, Ele é uma nuvem que nos cobre e nos protege; e em tempos de trevas, Ele é um fogo que nos dá luz; e quando está frio em torno de nós, Ele nos dá calor sobrenatural. Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. (Rom. 8:14).    Essa é a provisão de Deus para o Seu povo hoje.

-Derek Prince-

JESUS, TEU AMOR SEM LIMITES POR MIM

Autor: Paul Gerhardt (1607-1676)

 

Jesus, teu amor sem limites por mim

Nenhum pensamento pode alcançar, nenhuma língua declarar:

Tece meu coração junto a Ti

E reina ali, sem rival algum.

Sou inteiramente teu e só teu:

Seja Tu minha Chama constante.

 

Um pouco sobre a vida de Paul Gerhardt

Paul Gerhardt é considerado o maior poeta de hinos em língua alemã da época do Barroco. A estrada da vida deste poeta não era nada fácil. E apesar disso, seus hinos estão cheios de palavras jubilosas.Ele nasceu no dia 12 de março de 1607 em Gräfenhainischen, nas proximidades da cidade de Wittenberg. Durante a metade de sua vida ele experimentou os horrores da Guerra dos 30 Anos (1618-48), marcada por peste, pilhagens e várias necessidades. Quando teve 10 anos de idade, durante sua época escolar em Grimma, ele perdeu o seu pai Christian Gerhardt, que era Burgomestre e Schöppenmeister [Juiz de paz], e dois anos depois, a mãe: Dorothea, filha de um pastor luterano.

 

 

Os Hinos de Paul Gerhardt

Paul Gerhardt seguiu, na sua vida, um caminho de humildade e renúncia voluntária. Não procurou glórias de poeta, mas com seus hinos queria servir a Deus. Ao todo ele criou 134 poesias em alemão e mais 14 em latim. Elas abrangem todas as áreas da vida cristã, de sorte que um hinólogo disse: Com suas criações pode-se compilar um hinário completo. Para a grande maioria delas a fonte era a própria Bíblia, principalmente o livro dos Salmos, e raras vezes outros hinos antigos em latim. Característico para muitos hinos de Paul Gerhardt é, nas últimas estrofes, a alegre certeza da ressurreição e vida eterna. O sol que dá luz e calor, anima e dá alegria, é um tema que aparece em muitos de seus hinos. Ele representa a graça de Deus.

 

 

Louvor a Deus mesmo na tristeza.
(de “O Amigo das Crianças” – Nº 39 – Ano 47 – 18-11-1984)

Paul Gerhardt viveu na Alemanha muito tempo atrás. Foi um dos mais importantes poetas de hinos da nossa Igreja. Nas suas canções ele louvava e agradecia a Deus, apesar de sua vida difícil e sofrida.

Seu pai fora estalajadeiro numa cidade da Alemanha. O pessoal do lugar gostava de se encontrar à noite na estalagem para conversar, contar as novidades do dia. Às vezes também chegavam viajantes de fora, os quais o pessoal do lugar ficava ouvindo, pois contavam coisas de outros lugares e cidades. Em algumas noites da semana, reunia-se no restaurante o coral da igreja, que ensaiava seus hinos para os cultos. Os dois filhos da família Gerhardt, que dormiam na parte de cima do hotel, ficavam ouvindo o pessoal cantar até caírem no sono. Muitas vezes cantavam junto e brincavam de coral.

Aconteceu então que viajantes vieram com a notícia de que uma doença muito grave estava invadindo vilas e cidades, matando as pessoas. Era uma peste perigosa, que já tinha acabado com cidades inteiras. Não se sabe ao certo como esta doença chegou à vila onde moravam os Gerhardt. Fato é que, de repente, o lugar foi invadido como por um animal selvagem. A peste caiu por cima dos parentes e conhecidos. Muitos tiveram que morrer. E, certo dia, também o velho hoteleiro, o pai de Paul, foi atingido pela peste, vindo a morrer. Paul tinha então dez anos. Dois anos mais tarde, também sua mãe faleceu.

Paul tinha um irmão. Os dois foram levados para um internato, uma escola na qual eles conviviam com os professores e outros alunos como numa grande família. Na escola, Paul não se esqueceu das noites em que, em casa, ficavam ouvindo o coral ensaiar. Parecia que as músicas estavam gravadas dentro dele. Aos poucos, ele começou a fazer seus próprios hinos, que cantavam em cultos e em outras apresentações. Mesmo sozinho na vida, sem família, as letras destas músicas estavam cheias de louvor e de agradecimento a Deus. Parece que suas músicas lhe davam conforto e espantavam seu sofrimento.

Mais tarde Paul começou a estudar Teologia. Ele queria ser pastor. Então veio uma época de sua vida de que não se sabe quase nada. Apenas sabe-se que foi professor. Certamente deixou os estudos por alguns anos, fazendo outras coisas para sustentar-se, pois era uma época difícil, de muitas guerras, fome e peste.

Depois de muitos anos, voltou a estudar e formou-se pastor com mais de quarenta anos. Casou-se e foi trabalhar numa comunidade em Berlim. O casal teve cinco filhos. O primeiro filho faleceu com um ano de idade. Algum tempo depois, faleceram mais três filhos, um após outro. A esposa de Paul também faleceu cedo. Restou-lhe apenas um filho, ao qual, antes de morrer, deixou como herança uma carta. Nesta carta Paul Gerhardt disse ao filho como ele deveria agir em relação a Deus e aos homens e pediu que se tornasse pastor para louvar a Deus.

Apesar de ter perdido quatro filhos e a esposa, Paul Gerhardt continuou a fazer hinos de louvor a Deus. Estes hinos que Gerhardt escreveu, existem ainda hoje. Muitos deles se encontram em nosso hinário Hinos do Povo de Deus.

 

 

Salmo 91

Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. 2 Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.

3 Porque ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa. 4 Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas estarás seguro; a sua verdade é escudo e broquel. 5 Não temerás espanto noturno, nem seta que voe de dia, 6 nem peste que ande na escuridão, nem mortandade que assole ao meio-dia. 7 Mil cairão ao teu lado, e dez mil, à tua direita, mas tu não serás atingido. 8 Somente com os teus olhos olharás e verás a recompensa dos ímpios.

9 Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio! O Altíssimo é a tua habitação. 10 Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda. 11 Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos. 12 Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra. 13 Pisarás o leão e a áspide; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.

14 Pois que tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei num alto retiro, porque conheceu o meu nome. 15 Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; livrá-lo-ei e o glorificarei. 16 Dar-lhe-ei abundância de dias e lhe mostrarei a minha salvação.

 

(Almeida Revista e Corrigida /2009)

O incrível “drama” pouco antes da declaração de independência de Israel

O incrível “drama” pouco antes da declaração de independência de Israel

É 14 de maio de 1948 – há exatamente 70 anos no calendário hebraico – e o presidente dos EUA, Harry Truman, entra no Salão Oval. Ele convoca seu assessor de confiança, Clark Clifford, que vinha defendendo que o presidente reconhecesse o futuro Estado de Israel, declarado em breve. No entanto, Truman estava sob enorme pressão do Departamento de Estado para recusar qualquer reconhecimento formal do estado de Israel.
Eles estavam convencidos de que os 34.000.000 de árabes destruiriam os 500.000 judeus em questão de dias. Permitir que Israel se tornasse uma nação seria potencialmente assinar os mandados de morte de meio milhão de pessoas.

No entanto, Truman disse a Clifford que estava se inclinando para o reconhecimento, mas queria esperar alguns dias. O coração de Clifford afundou. Isso seria tarde demais. Corajosamente, ele declarou: “Sr. Presidente, se vamos reconhecer o país, é melhor fazê-lo imediatamente. ”

Chaim Weizmann, o primeiro presidente de Israel e mais proeminente diplomata pré-nacional, tornou-se amigo do presidente Truman. Poucos dias antes, Truman recebera uma carta de Weizmann pedindo-lhe o reconhecimento imediato da nova nação. Sem dúvida, Truman estava pensando em seu amigo quando ele deixou escapar: “Tudo bem Clark, obtenha um pedido formal de reconhecimento imediatamente.”

Clifford imediatamente ligou para o chefe da Agência Judaica para confirmar que eles estavam de fato planejando declarar independência mais tarde naquele dia. “Eu não tenho a menor dúvida”, veio a resposta.

“Então me envie uma carta imediatamente, solicitando o reconhecimento dos Estados Unidos”, declarou o empolgado Clifford.

Eliahu Elat, o chefe da Agência Judaica, ficou chocado. Ele ficou sem fala. Quando ele finalmente encontrou sua voz, ele disse: “Vou mandar por mensagem imediatamente”.

Mas havia um problema – como eles estavam escrevendo a carta, eles perceberam, eles não sabiam o nome da nação judaica. O Conselho Nacional Judeu (JNC) na Terra Santa ainda não havia decidido. Então eles escreveram:

“Prezado Sr. Presidente,
“Tenho a honra de notificá-lo de que o Estado judeu foi proclamado como uma república independente …”

Harry Zinder recebeu a carta e mandou que apressasse para a Casa Branca e entregasse a Clark Clifford.

Enquanto isso, em Tel Aviv, o JNC havia se reunido. Eles nunca estiveram todos no mesmo lugar ao mesmo tempo, para que as forças árabes não pudessem eliminá-los em um único ataque. Mas isso era diferente – essa era a Declaração da Independência. Eles se reuniram para uma reunião secreta em um museu de Tel Aviv. Eles nem sequer queriam que os ingleses (que ainda controlavam a região até a meia-noite) soubessem, por medo de que eles os fizessem parar.

O texto da declaração foi com Ze’ev Sherf, que, depois de cuidar do transporte para todos os outros, esqueceu de providenciar uma carona para a cerimônia. Ele sinalizou um carro, que se recusou a levá-lo. No entanto, Sherf não aceitaria um não como resposta. No caminho, eles foram parados por excesso de velocidade e tiveram que explicar ao policial que ele estava carregando o texto da Declaração de Independência!

Ele chegou às 3:59. A cerimônia começou às 16:00. Eles tinham que terminar antes do sábado. O primeiro primeiro-ministro de Israel, David Ben Gurion, subiu ao microfone e o Estado de Israel foi declarado!

“A terra de Israel foi o berço do povo judeu. Aqui sua identidade espiritual, religiosa e política foi moldada. Aqui eles primeiro alcançaram a condição de Estado, criaram valores culturais de significado nacional e universal e deram ao mundo a Bíblia.

“Depois de serem exilados à força de suas terras, as pessoas mantiveram a fé em toda a sua dispersão e nunca deixaram de orar e esperar pelo seu retorno a ela e pela restauração da liberdade política.

Conseqüentemente, nós, os representantes da comunidade judaica da Terra de Israel, estamos aqui reunidos no dia do término do mandato britânico sobre a Terra de Israel … pelo presente declaramos o estabelecimento de um Estado judeu na Terra de Israel, para ser conhecido como o Estado de Israel ”.

Presidente Truman escreveu:

“Este governo foi informado de que um estado Judeu foi proclamado na Palestina e reconhecimento foi solicitado pelo governo provisório do mesmo. Os Estados Unidos reconhecem o governo provisório como a autoridade de fato do Estado de Israel “.

Agora, avancemos 70 anos. Hoje celebramos 70 anos do renascimento da nação de Israel. Somente Deus poderia ter reunido o povo judeu de volta à sua terra natal, e somente Deus poderia ter nos protegido nestes 70 anos, cercado por nossos vizinhos cada vez mais violentos.

E vos tomarei dentre as nações, e vos congregarei de todos os países, e vos trarei para a vossa terra.  Então, espalharei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei.  E vos darei um coração novo e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei o coração de pedra da vossa carne e vos darei um coração de carne. E porei dentro de vós o meu espírito e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis os meus juízos, e os observeis.  E habitareis na terra que eu dei a vossos pais, e vós me sereis por povo, e eu vos serei por Deus.   (Ezequiel 36:24-27)

Autor: Ron Cantor