Nova onda de perseguição à igreja na China

Em 1º de fevereiro de 2018, os novos regulamentos religiosos da China se tornaram lei oficial. Eles removem dos crentes chineses muito da liberdade conquistada duramente nos últimos 20 anos.

Durante uma visita em dezembro do ano passado, uma de nossas equipes na China reuniu-se com pastores que nos são conhecidos há muito tempo. Eles falaram destes novos regulamentos proibindo qualquer forma de ensino na igreja – o Partido Comunista, em seus novos regulamentos, afirma que o ensino é direito único do governo comunista chinês.

Em duas províncias, muitas igrejas foram informadas de que nenhuma criança pode participar de reuniões, e até bebês foram banidos da escola dominical. Líderes cristãos tem sido removidos, muitas Bíblias confiscadas, até mesmo algumas igrejas tem sido fechadas. Outro pastor relatou que ele havia sido informado de que qualquer reunião com mais de dez pessoas teria que pagar uma multa para cada um dos crentes no equivalente a 1.000 libras.

Alguns leitores podem achar isso difícil de acreditar, mas um ditado chinês explica: o modelo da China para o mundo é ser “solto (aparentemente!) por fora e apertado por dentro”.

Precisamos ver a dinâmica espiritual em tudo isso: a igreja da China está crescendo mais rápido do que nunca, e está desempenhando um papel significativo em alcançar as nações fora da China. Essa é a causa desta batalha espiritual.

COMO PODEMOS ORAR?

Pelas autoridades na China em sua busca por novas políticas religiosas. Oremos também para que a igreja tenha muita sabedoria sobre como lidar com a nova situação.

 

FONTE:  Derek Prince Ministries

 

Testemunho emocionante de uma mulher do Irã

Algo impressionante está acontecendo na nação iraniana. Milhares de pessoas tem se convertido a Cristo todos os dias. No meio destes se encontram muitas mulheres, como Bahar.  Compartilho hoje aqui o desafiante testemunho de Bahar, uma mulher cristã do Irã.


É algo sublime e maravilhoso ser mulher. E é algo maravilhoso ser uma iraniana. Mas, é muito difícil ser mulher no Irã.
Uma mulher no Irã tem pouca identidade e segurança. Você tem medo do inferno não  importa o quanto esforce e o que faça pra agradar a Deus. Existem muitas regras contra nós.
Como uma mulher do Irã, você é forçada a cobrir seu cabelo, braços e pernas. Você é ensinada que não pode se parecer alegre porque as pessoas irão julgá-la com uma pessoa vulgar, barata.
Raramente você recebe encorajamento por ser quem é. Louvor pertence aos homens.
Mulheres enfrentam a dor do parto, mas a criança pertence ao homem.
As mulheres devem aceitar que seus esposos tenham permissão de ter até quatro esposas. E se uma mulher é apanhada em adultério, é a mulher que é castigada, não o homem.

Mulheres iranianas estão cansadas. Estamos cansadas de descriminação, cansadas de não ser notadas, cansadas de todas as lagrimas escondidas e cansadas de sentir que nunca somos ouvidas.

Gostaríamos de ser homens.

Agora imagine ouvindo o evangelho no meio de uma vida como essa?  Jesus vem e transforma tudo pra uma mulher iraniana – certamente ele fez isso comigo!

Fui ensinada que as mulheres devem permanecer em silencio. Mas Jesus nos diz pra falarmos d’Ele.

Fui ensinada que mulheres devem lamentar, prantear. Mas Jesus nos dá alegria!

Fui ensinada que você não deve confiar em nenhum homem. Mas o amor de Jesus ensina-nos a amar e confiar nos outros.

Fui ensinada que Deus está longe. Mas Jesus nos quer perto e nos pede pra compartilhar com ele nossos corações.

(Bahar é uma cristã iraniana, uma entre as milhares que tem se convertido nos últimos anos).

70 anos depois, porque este ano é tão importante?

Por que esse septuagésimo (70º) ano é tão importante? Por que muitas pessoas sentem que há algo muito significativo sobre o número “70”? Nós certamente não podemos explicar todos os motivos! Mas nós ressaltamos que os números “7” e “70” aparecem em tempos muito significativos na Bíblia hebraica. Muitas vezes, o número “7” na Escritura parece significar “conclusão” ou “realização”. E 70? Está registrado no Livro de Gênesis (46:27) que o número de filhos da casa de Jacó (Israel) que desceu ao Egito nos dias de José era setenta. (Quatrocentos anos depois, eles partiram de lá sendo uma nação poderosa). Nos primeiros dias após o Êxodo, Deus encontrou “70 anciãos do povo” (Êxodo 24: 9).  Seria “70”  um número relacionado aos começos e liderança que se expandirá? No Livro de Daniel (Capítulo 9:24), há uma profecia misteriosa de “setenta semanas” para o povo hebreu e Jerusalém, que está relacionado com “acabar a transgressão, acabar com o pecado,  fazer expiação e trazer a justiça”.  Em 605 aC, Daniel estava entre os cativos do reino do sul de Judá quando foram exilados para a Babilônia. 70 anos depois,  foram libertados do cativeiro e foram autorizados a retornar a Jerusalém para reconstruir seu Templo. Poderia a conclusão desses primeiros 70 anos do Israel moderno significar um momento de libertação, de uma nova liberdade na área de culto, adoração?

O último parágrafo da Declaração de Independência de Israel, assinado há 70 anos (ou seja 1948) começa assim: “Colocando a nossa confiança na Rocha de Israel, afixamos nossas assinaturas nesta proclamação …” Este conceito de Israel confiar em Deus como sua Rocha é muito antigo. No Livro de Deuteronômio (Capítulo 32),  receberam uma canção em que mais de seis vezes Deus é referido como sua “Rocha” – fonte de força, unção, salvação e proteção. Em muitos dos Salmos (18: 2, 31, 47: 19:15), o rei Davi declara que o SENHOR é a sua Rocha, seu libertador e redentor. Quando Israel perambulou no deserto antes de entrar em Canaã, o SENHOR providenciou água para o Seu povo de uma rocha (Êxodo 17: 6; Números 20: 8). Nas Escrituras da Nova Aliança, Paulo, um professor judeu messiânico do primeiro século, revela que os Filhos de Israel realmente foram fortalecidos durante suas andanças no deserto por uma rocha espiritual que os seguiu – e essa pedra era seu Messias! (I Coríntios 10: 4).

Isso me traz uma coisa maravilhosa que ocorreu durante esses setenta anos de nossa nação. Muitos, muitos judeus em Israel estão despertando para a identidade de seu Messias. Hoje, existem dezenas de milhares de judeus messiânicos que vivem em Israel. (Um judeu messiânico é aquele que passou a acreditar que Yeshua – Jesus é o Messias e Salvador judeu).  Hoje, movendo-se na autoridade de seu Messias, os judeus estão crescendo em áreas de influência dentro da sociedade israelense: governo, área militar, educação, as artes. E nas escolas, crianças israelenses crentes estão aprendendo a orar um pelo outro e a compartilhar sua fé com seus colegas de escola.

Só mais uma coisa sobre “70”! Em hebraico, há um sistema de numeração composto por letras hebraicas. A letra que significa “70” é ayin. Além do número 70, ayin também é a palavra hebraica para “olho”. Ao avançarmos neste ano “ayin”, que os “olhos” de muitos israelenses sejam abertos para reconhecer e confiar em seu Messias, Yeshua-Jesus – a verdadeira Rocha de Israel, mencionada em sua Declaração de Independência setenta anos atrás!

(Fonte: M & N Sarvis)

 

Madrugada no aeroporto ✈

Não é a primeira vez e talvez não seja a ultima, que preciso passar a noite no aeroporto. Ainda bem que não estou sozinha! Louvo a Deus pelo companheiro de jornada, presente de Deus na minha vida.

O aeroporto internacional de Frankfurt está entre os maiores do mundo. Nos últimos 15 anos passamos por aqui várias vezes, que já até perdi a conta.

“Senhor Jesus, abençoe e nos guarde em mais uma jornada, desta vez retornando ao Brasil!”