29 de Novembro de 1947, uma data histórica, cumprimento de profecia bíblica

A Assembleia Geral das Nações Unidas votou a favor da Resolução 181 (aka, “Plano de Partição”) para dividir a terra da Palestina Mandatária britânica para criar um Estado judaico israelense soberano e um Estado árabe palestino soberano.

O plano era controverso. Não era claro que a resolução passasse. Judeus e cristãos em todo o mundo escutaram pelo  rádio a votação ansiosamente, com oração. E para o seu espanto, no final, a resolução passou.

Trinta e três estados votaram a favor, inclusive os Estados Unidos e o Brasil.

13 estados votaram a favor.

10 estados se abstiveram.

É verdade que os líderes judeus que viviam na Palestina na época queriam muito mais terra do que o plano oferecido pelas Nações Unidas. Mas no final eles aceitaram o plano. Depois de dois mil anos de exílio da terra bíblica de Israel, o mundo finalmente deu aos judeus permissão legal de se reunir e reconstruir as ruínas antigas.

Seis meses depois – em 14 de maio de 1948 – David Ben Gurion declarou formalmente a independência de Israel. Tragicamente, cinco estados árabes lançaram imediatamente uma guerra para destruir o recém formado estado de Israel.

 

(Fonte: Joel Rosenberg https://wp.me/piWZ7-8CC)

Hebrom, Siquém e Monte Moriá

É significativo que as localizações de três transações cuidadosamente registradas nas escrituras, envolvendo a compra de terras por dois Patriarcas e o mais excelente rei de Israel, hoje abranjam a área mais disputada (física e espiritualmente) na Terra:

* Um campo e uma caverna em Hebrom (que Abraham comprou por 400 shekels de prata) ver Gênesis 23

* Uma parcela de terra em Siquém (hoje em dia Nablus) onde José seria enterrado (o qual Jacó comprou por 100 peças de prata de acordo com Josué 24:32).

* O topo do Monte Moriá, o qual se tornaria o Monte do Templo em Jerusalém (que Davi comprou por 50 siclos de prata) II Samuel 24:24; II Crônicas 3: 1

Atualmente, esses três locais compreendem o comprimento da chamada “Cisjordânia” sobre a qual um estado palestino muçulmano permanente está sendo exigido: ao norte, Samaria (Siquem / Nablus); No centro, Jerusalém (O Monte do Templo); Ao sul, Judeia (Hebron – a Caverna dos Patriarcas). Cada um desses locais foi legalmente adquirido por Hebreus nos tempos antigos, e todos se enquadram em uma área que Deus promete repetidamente dar como herança à semente física de Abraão, Isaac e Jacob para sempre.

(FONTE: Sarvis/ Jerusalém)

Hebrom de nossos dias