Publicado em História das Nações, Nações

500 anos de reforma. Intercessores da Alemanha creem que estamos no limiar de uma nova reforma na Igreja.

O programa de dez anos de eventos dentro da Igreja luterana que
começou em setembro de 2008 (“Luther-Dekade” em alemão) e o último ano de comemoração da reforma chega ao fim neste 31 de outubro de 2017.

Inúmeros eventos, exposições e escritos foram dedicados a este aniversário, metade da cidade de Wittenberg foi renovada, e Lutero foi disputado, criticado, tema de discussões, mantido  razoavelmente em alta estima e celebrado.

No fim  de tudo, o número de visitantes nas conferências das igrejas e
nas exposições mundiais permanecerão bem abaixo das expectativas e
o resultado positivo que foi ansiosamente aguardado se sentirá mais como uma ressaca depressiva. Afinal, o que permanecerá a partir do aniversário da Reforma?

À medida que a atividade oficial nos últimos anos chega ao fim, a
A fé para uma nova reforma tem crescido. Sob o título “Nova Reforma”, milhares de jovens cristãos se reuniram em junho em Praga e oraram na expectativa de uma reforma que
não venha nos dividir, mas nos unir em Jesus Cristo e também trazer de volta pra Ele milhões de pessoas.

Acreditamos que estamos  no limiar de uma nova reforma que mais uma vez
ligará a igreja à Palavra de Deus, como aconteceu pela primeira vez 500
anos atrás, e a partir daí trará uma mudança em nossa sociedade e ao longo da Europa.       –Que Deus levante nestes dias novos reformadores não só na Alemanha, como também em outras nações (*)

Oremos:

#Para que neste aniversário de 500 anos as portas sejam abertas pra uma nova reforma na Alemanha.  (Salmo 24)

# Senhor, tome de volta o Senhorio sobre Tua igreja da Reforma!  (Mateus 16:16-19)

FONTE: Intercessores da Alemanha / http://www.waechterruf.de

(*) Frase acrescentada pela autora do blog.

 

 

Síria: Em meio à guerra, famílias muçulmanas vão à igreja

Refugiados encontram abrigo entre cristãos e estão abertos para conhecer a quem antes hostilizavam, inclusive sua fé

Kristina* é uma cristã síria, descendente de armênios, que morava em Aleppo com seu marido muito antes de a guerra eclodir, em 2011. Ela relata que antes da guerra “havia dificuldades por ser parte da minoria, mas no geral a vida era boa”. Quando a cidade de Aleppo estava sitiada pelas partes em guerra (forças do governo, grupos rebeldes e o autodenominado Estado Islâmico), essa irmã de 28 anos deu à luz sua primeira filha, que está hoje com um ano e meio.

Em meio ao conflito, a jovem família foi buscar refúgio no Líbano. A intenção era que fosse uma viagem curta, mas quando a violência aumentou e a parte cristã de Aleppo começou a ser bombardeada, eles decidiram esperar o fim da guerra para retornar ao seu país. Com o aumento da violência, mais cristãos fugiram, deixando a cidade aos poucos. Na igreja de Kristina, agora restam apenas 10% dos frequentadores regulares.

Mas o que é surpreendente é que a igreja está cheia de gente. “Pessoas deslocadas pela guerra ficaram no lugar daquelas que saíram. Principalmente muçulmanos estão indo à igreja agora”, observa a irmã. Muitos sírios de outras partes fugiram para áreas cristãs para buscar refúgio, já que nas áreas muçulmanas a luta é mais acirrada. Foi a primeira vez que os dois grupos religiosos se misturaram e interagiram.

“Muitos muçulmanos ficaram surpresos quando viram as mulheres da igreja dispostas a servi-los. A imagem que eles tinham era de que mulheres cristãs passavam o dia todo dançando em casas noturnas e bebendo álcool. Conhecer um ao outro foi um choque, tanto para eles quanto para nós”, relembra Kristina. As mulheres muçulmanas também ficaram surpresas ao ver que as igrejas ofereciam apoio e programas para todos os sírios, não apenas para cristãos. Segundo ela, “as mesquitas não fazem isso. Muitas mulheres muçulmanas estão reavaliando a religião na qual cresceram e deixaram de ser hostis em relação aos cristãos”.
Primeiro, as crianças; depois, as mulheres; finalmente, os homens

A cristã compartilha que na Síria as atividades com crianças sempre chamaram mais atenção. Ela sempre esteve envolvida no ministério infantil. A primeira coisa que a igreja de Kristina observou foi o crescente número de crianças muçulmanas frequentando as atividades infantis, onde a Bíblia é lida diariamente. “As mães não têm problema com isso, pois acham positivo os filhos aprenderem sobre Deus na escola. Geralmente, os maridos que são mais radicais”, diz a cristã. Gradualmente, muitas famílias muçulmanas estão frequentando as atividades da igreja, até mesmo os cultos. “Isso simplesmente não acontecia antes da guerra. As crianças abriram as portas da igreja, depois vieram as mulheres e, finalmente, os homens”, relata Kristina.

Apesar da guerra, a irmã afirma que esta é a “era de ouro” da igreja no Oriente Médio. “Pela primeira vez na história, os muçulmanos estão vindo até nós. A única coisa que temos que fazer é contar para eles as boas novas. Eles estão esperando por isso”, é sua conclusão. Ela acredita que quando buscam refúgio numa área cristã, os muçulmanos já esperam ser evangelizados. “Eles já perceberam que vivendo num ambiente cristão, o evangelho será compartilhado. Acredito que eles vejam até como um sinal de fraqueza caso isso não aconteça”, afirma.

Kristina deixa um recado para a igreja na Europa e ao redor do mundo que recebe refugiados da guerra: “No meu entendimento, parece que alguns cristãos veem como uma ‘questão de respeito’ não evangelizar os muçulmanos. Por favor, entendam que os próprios muçulmanos não veem dessa forma; eles provavelmente esperam que o evangelho seja compartilhado com eles. Se os cristãos não fizerem isso, eles podem ver como um sinal de fraqueza, o que fortaleceria sua crença islâmica. Seria uma oportunidade de ouro perdida”.

FONTE: Missão Portas Abertas

Discernindo o espírito atrás do ressurgir do “Mein Kampf”

Muitos anos atrás eu (Martin) me lembro  de ter me deparado com uma tradução infame do livro  de Hitler, “Mein Kampf” ( Minha Luta), num canto da biblioteca da Universidade onde eu trabalhava. Curioso, eu passei as próximas horas fazendo uma leitura dinâmica do livro. Eu achei que era uma mistura mal-escrita e tediosa de pensamentos amargos sobre sua própria juventude, os problemas das sociedades em geral, e um argumento para moldar uma sociedade baseada em suas convicções nazistas, especialmente considerando  raça. Hitler dividiu a humanidade em categorias quanto à aparência física, aqueles com características de “arianos” (isto é germânica) estando numa parte superior e suprema. Povos racialmente  “inferiores” incluía eslavos (especialmente poloneses, tchecos e russos)  e judeus. Em relação à ideologia nazista, ele escreveu: “de maneira nenhuma acredito em uma igualdade de raças, mas junto com sua diferença reconheço o seu valor mais elevado ou menor e sento-me obrigado a promover a vitória do melhor e mais forte, e exigir a subordinação do inferior e mais fraco, de acordo com a vontade eterna que domina este universo. “(Citado na Wikipedia;)

É significativo que Hitler citou uma “vontade espiritual dominante” por trás do sistema que estava desenvolvendo. Não foi um “eterno” (e certamente não um santo) espírito, mas isso foi  poderoso o suficiente para ser logo liberado, através da ação de uma personalidade carismática, em uma sociedade financeira e espiritualmente deprimida,  cuja alma tinha se enfraquecido por uma século de comprometimento espiritual. No prazo de doze anos, esta antiga e oculta “vontade” tinha engolido e “dominado” a vontade das nações.

Para todas as páginas de material em Mein Kampf que li  naquele dia que passei na biblioteca, saí  realmente com uma terrível  e duradoura impressão – ele odiava os judeus. E ele expressou esse ódio na retórica que dava a impressão de que ele realmente acreditava que o seu ponto de vista era o mais natural e racional do mundo. Ele, obviamente, sentiu ser sua alta missão a de iluminar aqueles que ainda não haviam chegado a conclusão, de que a raça judaica era uma chaga sobre a terra, que, com o tempo e os meios, deveria ser finalmente eliminado.

O livro ganhou popularidade com a ascensão do estado nacional-socialista em 1939 e estima-se ter vendido 5,2 milhões de cópias em onze línguas. Até o final da guerra, cerca de 10 milhões de cópias foram vendidas ou distribuídas na Alemanha, onde cópias, tem se dito, foram dadas livremente para casais recém-casados e soldados lutando na frente Nazista (Ibid.). Embora estivesse disponível em outros países, Mein Kampf foi colocado sob um copyright pelo governo do estado da Baviera e não teve permissão de ser publicado na Alemanha, até que o copyright expirou no ano passado, 70 anos após a morte do seu autor.

(Traduzi o relato do autor judeu Martin Sa**is)

 

 

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Donald Trump’s Connection to the Hebrides Revival

National Day of Prayer of Wyoming and the Mountain States

WOW—

Donald Trump’s connection to the Hebrides Revival
(Hebrides islands are by Scotland)

In the late 1940’s a small cottage In Scotland on the Island of Lewis by in the village of Barvas lived two elderly women, Peggy and Christine Smith. They were eighty-four and eighty-two years old. Peggy was blind and her sister almost bent double with arthritis. Unable to attend public worship, their humble cottage became a sanctuary where they met with God. To them came the promise: “I will pour water upon him that is thirsty and floods upon the dry ground,” they pleaded this day and night in prayer. One night Peggy had a revelation, revival was coming and the church of her fathers would be crowded again with young people!

She sent for the minister, the Rev. James Murray MacKay, and told him what God had shown her, asking him to call his elders and…

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A fé vem pelo ouvir: Testemunho de conversão de Tokichi Ichii

Um grande testemunho do poder da palavra de gerar e manter a fé encontra-se na história da conversão e execução de Tokichi Ichii – enforcado por assassinato em Tóquio em 1918. Ele fora colocado na prisão mais de 20 vezes e era conhecido como mais cruel que um tigre. Certa vez, depois de atacar um agente carcerário , foi amordaçado e algemado, e seu corpo foi pendurado de maneira que “meus pés mal tocavam o chão”. Mas ele teimosamente recusou-se a pedir perdão pelo que tinha feito.

Pouco antes de ser sentenciado à morte, duas missionárias, as senhoras West e MacDonald, enviaram a Tokichi um NovoTestamento. Depois de uma visita da senhora West, ele começou a ler a história do julgamento e execução de Jesus. Sua atenção foi atraída para a frase de Jesus: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”. Essa frase transformou a sua vida.

Eu gemi. Era como se um prego de quinze centímetros fosse enfiado em meu coração. O que esse versículo me revelou? Devo chamá-lo o amor do coração de Cristo? Devo chamá-lo sua compaixão? Não sei como chamá-lo. Só sei que, com um coração indescritivelmente grato, eu cri.

Tokichi foi sentenciado à morte e aceitou-a como “o julgamento justo e imparcial de Deus”. E a palavra que o levara à fé também sustentou sua fé de maneira surpreendente. Perto do fim, a senhora West remeteu-o às palavras de 2 Coríntios 6:8-10 sobre os sofrimentos dos justos. Essas palavras tocaram fundo o seu coração, e ele escreveu:

“Entristecidos, mas sempre alegres.” As pessoas dirão que eu devo ter um coração cheio de tristeza porque estou sempre diariamente à espera da execução da sentença de morte. Não é assim. Não sinto nem tristeza nem desânimo nem nenhum sofrimento. Trancado em uma cela de prisão de dois por três metros, estou infinitamente mais feliz do que estava nos dias em que eu pecava, quando não conhecia a Deus. Dia e noite (…) estou conversando com Jesus Cristo.

 

(Testemunho extraído do livro: Teologia da alegria – a plenitude da satisfação em Deus, do autor John Piper)

Helen Keller, talvez você já tenha ouvido o nome, mas já ouvistes algo sobre Anne Sullivan?

Sempre li artigos que falavam da fé e ousadia de Helen Keller, uma autora cega que influenciou a muitos. Mas, somente alguns meses atrás ouvi falar de Anne Sullivan.

Mas afinal, quem foi Anne Sullivan?

Anne Sullivan foi professora e mentora de Helen Keller, uma criança de seis anos que tinha sido incapaz de comunicar-se depois de se tornar cega e surda desde os dois anos de idade. Contratada em desespero, com apenas 20 anos, e quase cega ela mesma, a Sullivan foi confiada a tarefa de  domar uma criança selvagem e confusa. Anne começou a funcionar um “milagre”. Menos de um mês depois de se reunir Helen, em abril de 1887, ela rompeu num momento atemporal, mantendo as mãos da criança de Helen sob a água que fluía de uma bomba. A partir desse instante, Helen aprendeu rapidamente a ler e, finalmente, a falar. Ela se tornou a primeira pessoa cega e surda a ganhar um grau de Bacharel em Artes (1904) nos Estados Unidos.

“O milagre de Anne Sullivan”, é o título do filme que conta essa interessante história.

E pra finalizar, deixo com vocês uma das frases que nos foi deixada por Helen Keller:

” O Caráter não pode ser desenvolvido na facilidade e tranquilidade. Somente através de experiências de provação e sofrimento pode a alma ser fortalecida, ambição inspirada, e o sucesso alcançado.”

 

Helen_Keller_with_Anne_Sullivan_in_July_1888