Imagens do Líbano, relembrando 2006

Durante a guerra, a assistência aos cultos era bem maior que o normal…

2006 foi a última vez que estivemos no Líbano. Estivemos lá exatamente quando eclodiu uma guerra; por isso, vivemos experiências que nunca havíamos experimentado antes. Deixo aqui algumas fotos inéditas daquele período.

 

 

 

Tomando café com um casal de libaneses
Nas noites sem eletricidade, as velas eram muito úteis; um produto muito procurado nos supermercados!

 

 

 

Por do sol numa tarde de outono

Coreia do Norte e o confronto nuclear

 

Aos leitores que gostam de orar por nações, deixo aqui um texto que traduzi do autor americano “Joel Rosenberg”. E que Deus nos ajude a orar pelas nações mencionadas.


Enquanto um ataque nuclear preventivo norte-coreano contra os aliados dos EUA e / ou dos EUA da América soa como uma trama arrancada da minha novela de 2008 “Dead Heat”, isso pode não ser mais um cenário fictício.

As agências de inteligência dos EUA agora estão convencidas de que “a Coréia do Norte produziu com sucesso uma ogiva nuclear miniaturizada que pode caber dentro de seus mísseis, cruzando um limiar-chave no caminho para se tornar uma potência nuclear de pleno direito”, relata o Washington Post, com base em uma confidencial Análise da Agência de Inteligência de Defesa.

“Os Estados Unidos calcularam no mês passado que até 60 armas nucleares agora são controladas pelo líder norte-coreano Kim Jong In”, observa o Post.

Esta semana, Pyongyang ameaçou atacar a ilha de Guam com mísseis balísticos que poderiam ser armados com armas nucleares. Com 160 mil habitantes e duas bases militares dos EUA, o território da ilha do Pacífico agora parece estar na mira de Pyongyang.

O presidente Trump imediatamente advertiu os líderes da Coréia do Norte para não se atreverem a considerar ataques contra o povo americano ou seus aliados, dizendo que eles experimentariam o “fogo e fúria” americano como o mundo nunca viu.

Precisamos orar pela paz e para que nossos líderes tenham sabedoria e saibam como melhor conter a ameaça norte-coreana e reduzir as tensões. Precisamos orar para que países como a China usem sua considerável influência para persuadir os norte-coreanos a recuar. Como medida de proteção, os EUA precisam fortalecer urgentemente seus recursos navais e aéreos no teatro do Pacífico, bem como seus recursos de defesa antimíssil, coordenando de perto as capacidades defensivas e ofensivas com aliados como a Coréia do Sul, Japão, Filipinas e Taiwan , entre outros.

Ao mesmo tempo, precisamos reexaminar os desastrosos acordos nucleares que tanto o presidente Clinton quanto o presidente Obama fizeram com a Coréia do Norte. Ambos os homens prometeram ao povo americano que sua diplomacia nos tornaria mais seguros, persuadindo Pyongyang a não buscar armas nucleares ou mísseis balísticos de longo alcance para entregá-los. Ambos não poderiam estar mais errados. Tais graves julgamentos nos ajudaram a chegar a este momento extremamente perigoso.

Fonte: Joel Rosenberg’s blog

Deus, nosso Pai

Embora o dia dos pais tenha sido ontem. Quero postar aqui este excelente texto que fala de Deus como nosso Pai. Boa leitura!


Imaginemos Deus e seus filhos numa grande casa. São todos adotados. Os “mais velhos” são os que estão na casa há mais tempo; os mais jovens, os recém-adotados. É de se imaginar que, numa casa onde o chefe da família é o “rei da prata e do ouro”, ninguém faça nada. Ou pelo menos não outra coisa além de gozar as delícias da vida. Mas não é assim.

Na casa de Deus Pai há muito esforço e movimentação constante. Os filhos mais velhos trabalham fora. São ministros, missionários, empregados em igrejas e entidades cristãs ou têm ocupações seculares. E, se há diversidade de trabalhos, o objetivo é um só: agradar o Pai. Os filhos sabem que um elogio do Pai é mais valioso que qualquer salário e pode até resultar em bênçãos que o trabalho não pode dar. E o Pai está atento. À noite, em torno da mesa, todos ouvem as considerações do Pai onisciente. Voltando-se para um dos mais velhos, corretor de imóveis, o Pai pergunta:

— Conseguiu vender o bangalô?

— Sim! — responde o filho, orgulhoso. — E pelo preço que eu estava pedindo. O comprador nem pechinchou!

— Mesmo sabendo dos cupins?

O filho fica vermelho, gagueja algo sobre “omitir sem mentir”, mas sabe que o Pai tem razão. Este, por sua vez, suspira desconsolado. Aquela não era a primeira vez, nem seria a última. Quem diria, o Pai todo-poderoso não é respeitado por todos os filhos!

— Você portou-se como um valente, hoje de manhã — disse, dirigindo-se a outro.

Era funcionário de uma grande empresa. Nesse dia, resistira às investidas de uma bela colega. Furiosa por ter sido rejeitada, a mulher passou o resto do dia espalhando comentários pouco lisonjeiros sobre a sua virilidade.

Outro filho, impaciente, reclama:

— Vou perder o ônibus, Pai! Você sabe como essa viagem é importante para mim. — Não entendia por que ele se demorava tanto a liberar alguém para levá-lo à rodoviária. O jovem já percebera que o Pai às vezes agia de modo estranho. Sem dar explicações, de repente negava pedidos os mais simples, cortava a mesada ou proibia uma simples ida ao supermercado. E agora, tinha certeza, ele estava agindo estranho de novo. Finalmente o carro foi liberado, e moço saiu voando pela porta.

Minutos depois, volta o filho da rodoviária.

— Perdi o ônibus! — grita, furioso, atirando a mala sobre um sofá. Depois entra no quarto, batendo a porta com violência.

O Pai nem se mexe. E ainda sorri, quando avista, do outro lado da sala, uma de suas filhas mais recentemente adotadas. Não larga o telefone, contando aos amigos sobre a nova vida. Mas aquela era uma conta que Ele pagava com prazer. Tem planos de enviá-la, mais tarde, ao campo missionário, e sabe que ela corresponderá.

Amanhece. O filho que perdera o ônibus no dia anterior cruza a sala. O Pai está sentado na poltrona e lhe estende o jornal:

— É este o seu ônibus?

O filho não reconhece o monte de metal retorcido que aparece numa grande foto. Só depois de ler dinamicamente a matéria responde, com voz sumida:

— É!

As Escrituras identificam Deus como Pai. E há um fato surpreendente. O Antigo Testamento menciona mais de mil vezes a palavra “pai”, porém apenas quinze se referem a Deus. Essa acepção parece ter se popularizado no tempo de Cristo e dos apóstolos, pois a encontramos mais de duzentas vezes no Novo Testamento. Assim, ter Deus como Pai seria uma prerrogativa da Igreja, nesta era também conhecida por Dispensação da Graça.

A família de Deus não é diferente da ilustração acima. Fomos adotados por Deus, e isso é um privilégio fantástico, um longo salto na hierarquia do Universo. Passamos de criaturas em desgraça a herdeiros do céu. Pode parecer estranho que a família de Deus abrigue filhos desobedientes, inconformados e insubmissos às regras da casa. Alguns até vão embora. Mas, nesse relacionamento, está fora de questão o julgar o Pai. Deus é perfeito e perfeito também o seu amor. Importa, sim, a espécie de filho que somos.

Tudo o que fazemos deve ser para a glória do Pai. Estamos constantemente diante dele, como numa reunião em volta da mesa. Nossos erros e acertos não lhe escapam. E Ele sempre tem para nós a palavra certa, a correção necessária ou a recompensa devida. Limitados, nem sempre somos capazes de entender seus propósitos ou seus métodos de educar, como o rapaz inconformado por perder a viagem, na analogia. Deus é um Pai que se alegra ou sente tristeza pelos filhos, conforme seja o comportamento destes. A qualidade do nosso relacionamento com o Pai, baseada em amor e obediência, é um fator determinante de nossa vida espiritual.

Fonte:  Blog (O balido): http://judsoncanto.wordpress.com

Um milhão de muçulmanos enche ruas para ouvir acerca de Jesus, bem no centro do islamismo radical

DENVER, Colorado, EUA — Numa época em que os terroristas muitas vezes miram cristãos e o islamismo radical está manchando muçulmanos que amam a paz, uma televangelista neopentecostal corajosa está construindo pontes em lugares tão perigosos que a maioria dos turistas evita visitar.

Marilyn Hickey, a famosa televangelista americana que ensina sobre a Bíblia, acredita que esses lugares perigosos são território fértil para plantar sementes de amor.
A fundadora dos Ministérios Marilyn Hickey recentemente disse ao noticiário da Rede de Televisão Cristã nos EUA acerca de sua viagem à Karachi, no Paquistão.
“Eu amo os muçulmanos e eles me amam,” Hickey disse. “Está além da minha imaginação que teríamos um milhão de pessoas numa única reunião!”
Mas é exatamente isso o que aconteceu. Um milhão de muçulmanos encheu as ruas de Karachi para ouvir essa avó de 85 anos compartilhar a Boa Notícia de Jesus.
“As pessoas podem não saber seu nome, mas Jesus sabe,” Hickey disse à multidão.
Perguntamos a ela como as pessoas reagiram à mensagem dela.
“Eles batem palmas e ficam emocionados. Oh, sim, Jesus sabe seu nome, onde você está, quem você é, ele tem um plano e destino em sua vida. Tenho minha Bíblia, Salmo 139, “Ele formou você” e Ele tem um compromisso e destino divino para todos os seres humanos,” ela disse.
Hickey começou a pregar numa pequena igreja de Denver, a qual cresceu e se transformou num ministério de televisão internacional que está hoje alcançando o mundo muçulmano.
“Antes disso tudo estar uma bagunça, Deus falou comigo para que eu orasse pelos países muçulmanos. Eu memorizei 40 países e orei todos os dias durante quatro anos ou mais. Então Deus começou a me enviar a esses lugares,” ela nos disse.
“Não acho que devemos assistir ao noticiário. Temos de mudar as notícias,” ela acrescentou.
Hickey dá toda a glória a Jesus, e por meio dele ela diz que suas reuniões de massa experimentam inúmeros milagres.
“Isso é positivo: O Corão diz que Jesus cura, então quando fazemos propaganda e dizemos ‘Venham e sejam curados,’ eles vêm para ser curados,” ela disse.
“Não me pergunte a razão. Eles me chamam de Mãe. Os muçulmanos me chamam de mãe do Paquistão,” Hickey disse.
“Esse é o favor de Deus, mas não faço concessões. Digo como Jesus morreu por seus pecados, ressuscitou dos mortos. Se você se arrepender e crer nisso Ele entrará no seu coração. Não é uma mensagem que faz concessões, mas uma mensagem de cura para o espírito, alma e corpo,” ela acrescentou.
Enquanto isso, a viagem de Hickey a essa região islâmica extremista foi tão profunda que até a imprensa secular deu atenção.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês da Rede de Televisão Cristã nos EUA: Why a Million Muslims Filled the Streets to Hear About Jesus, Right in the Heart of Radical Islam
Fonte: http://www.juliosevero.com