Resolução 2334 (1)

Na tarde de sexta-feira (dia 24 de dezembro) à medida que o sábado se aproximava (já começado em Jerusalém, e com a festa judaica de Hanukkah esperando para abrir no final), o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou uma resolução estabelecendo como “direito internacional” uma série de pronunciamentos severos , pronunciamentos diante dos quais as nações serão doravante confrontadas com escolhas sombrias no que diz respeito a suas opiniões e negociações em relação a Israel e Jerusalém.

Este ano marca 50 anos desde junho de 1967, quando, seguindo as intenções expressas do presidente egípcio Nasser de conduzir os judeus pra dentro do mar, Israel respondeu atacando primeiro. Quando a fumaça desapareceu seis dias depois, um milagre havia ocorrido. Os exércitos do Egito tinham sido expulsos de Gaza e do Sinai, os da Jordânia fora de Jerusalém, Judéia e Samaria, e o exército sírio tinha fugido das colinas de Golã. Pela primeira vez em mais de 2000 anos, Israel estava no controle de sua antiga pátria, a Judeia e a Samaria – as “Montanhas de Israel” – concedidas pela Aliança divina para sempre à semente de Jacó. E Jerusalém. Incluindo o Monte do Templo e o Muro das Lamentações; a Cidade Velha, com o Bairro Judeu (onde os judeus haviam vivido por mil anos antes de ser expulso pelo Exército jordaniano em 1948), o Monte das Oliveiras. Pouco depois da guerra, Israel anexou toda a cidade – e ela permaneceu indivisível desde então. Por medo de ofender as nações muçulmanas (com seu petróleo), o corpo internacional nunca reconheceu essa anexação, rotulando rotineiramente a presença de Israel lá como “ilegítima”. As centenas de comunidades judaicas estabelecidas dentro dos territórios tomados da Jordânia, Egito e Síria foram rotuladas de “assentamentos” – como foram os subúrbios judeus estabelecidos no sul, leste e norte de Jerusalém.

A partir deste dia 23 de dezembro, tudo isso oficialmente já não é meramente “ilegítimo” – é ilegal. No próximo post apresentaremos o conteúdo dos cinco primeiros pontos da Resolução 2334.

Fonte: (Sarvis, Israel Prayer Update)