Resolução 2334 (2)

Dos Primeiros cinco pontos da resolução 2334

  1. Uma afirmação de que a presença de qualquer comunidade israelense “nos territórios palestinos ocupados desde 1967, incluindo Jerusalém Oriental, não tem validade legal e constitui uma violação flagrante sob a lei internacional e um importante obstáculo à realização da solução de dois Estados e uma paz justa, duradoura e abrangente.

2.  Este ponto “demanda que Israel imediatamente e completamente cesse todas as atividades de colonização nos territórios palestinos ocupados, incluindo Jerusalém Oriental.

 3.  A resolução salienta que não reconhecerá quaisquer alterações às linhas de 4 de Junho de 1967, incluindo no que diz respeito a Jerusalém, para além das acordadas pelas partes através de negociações”.  (e.g. Isso, apesar da resolução referir-se repetidamente aos assentamentos israelenses “em território palestino” ou “território palestino ocupado”. Não havia “território palestino antes de 4 de junho de 1967 – as terras relevantes eram ocupadas pela Jordânia e pelo Egito. Tampouco, desde então, nenhuma foi determinada “por meio de negociações”).

4.  Sublinha que a cessação de todas as atividades de assentamento israelenses é essencial para salvar a solução de dois Estados [esta frase “uma solução de dois Estados” (uma das quais seria um estado palestino muçulmano soberano na Judeia e Samaria) é mencionada não menos que sete vezes na resolução.]

5.  Exorta todos os Estados, tendo em conta o parágrafo 1 [acima] … a distinguir, nas suas relações pertinentes, entre o território do Estado de Israel e os territórios ocupados desde 1967 (ou seja, um chamado velado de boicote aos produtos israelitas produzidos ou fabricados na  Judeia, Samaria ou a chamada Jerusalém Oriental. É bom lembrar que milhares de palestinos dependem dessas indústrias e áreas agrícolas israelenses para seu trabalho e bem-estar).

resolucao2334

Resolução 2334 (1)

Na tarde de sexta-feira (dia 24 de dezembro) à medida que o sábado se aproximava (já começado em Jerusalém, e com a festa judaica de Hanukkah esperando para abrir no final), o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou uma resolução estabelecendo como “direito internacional” uma série de pronunciamentos severos , pronunciamentos diante dos quais as nações serão doravante confrontadas com escolhas sombrias no que diz respeito a suas opiniões e negociações em relação a Israel e Jerusalém.

Este ano marca 50 anos desde junho de 1967, quando, seguindo as intenções expressas do presidente egípcio Nasser de conduzir os judeus pra dentro do mar, Israel respondeu atacando primeiro. Quando a fumaça desapareceu seis dias depois, um milagre havia ocorrido. Os exércitos do Egito tinham sido expulsos de Gaza e do Sinai, os da Jordânia fora de Jerusalém, Judéia e Samaria, e o exército sírio tinha fugido das colinas de Golã. Pela primeira vez em mais de 2000 anos, Israel estava no controle de sua antiga pátria, a Judeia e a Samaria – as “Montanhas de Israel” – concedidas pela Aliança divina para sempre à semente de Jacó. E Jerusalém. Incluindo o Monte do Templo e o Muro das Lamentações; a Cidade Velha, com o Bairro Judeu (onde os judeus haviam vivido por mil anos antes de ser expulso pelo Exército jordaniano em 1948), o Monte das Oliveiras. Pouco depois da guerra, Israel anexou toda a cidade – e ela permaneceu indivisível desde então. Por medo de ofender as nações muçulmanas (com seu petróleo), o corpo internacional nunca reconheceu essa anexação, rotulando rotineiramente a presença de Israel lá como “ilegítima”. As centenas de comunidades judaicas estabelecidas dentro dos territórios tomados da Jordânia, Egito e Síria foram rotuladas de “assentamentos” – como foram os subúrbios judeus estabelecidos no sul, leste e norte de Jerusalém.

A partir deste dia 23 de dezembro, tudo isso oficialmente já não é meramente “ilegítimo” – é ilegal. No próximo post apresentaremos o conteúdo dos cinco primeiros pontos da Resolução 2334.

Fonte: (Sarvis, Israel Prayer Update)

 

Synagogues burning in Germany again!

There is shocking news this week from Germany. Three Palestinian Muslims who torched a synagogue in Wuppertal, Germany have been given suspended sentences because their actions allegedly represented a justified criticism of Israel. A regional court has upheld the decision of a lower court, also agreeing that the actions of these Muslim men were not antisemitic. And to think that this happened in Germany, a nation that still bears the shame of the Holocaust.

According to many historians, the Holocaust began on the evening of Nov. 9, 1938, known today as Kristallnacht, the Night of Broken Glass. On that fateful night, the Nazis set Jewish synagogues on fire and vandalized Jewish businesses, all while the public stood by and did nothing. This sent a message to the Nazi leaders: We will not stop your attacks on our Jewish neighbors and friends. You have a free hand.

A synagogue that was originally burned by the Nazis in 1938 is torched by Muslims in 2014, and two courts say, “Not a big deal. We understand your frustration.”
Now, Muslims torch a synagogue and the courts look on and yawn. What message does this send to the Muslim world, especially to Muslims living in Germany? And what message does this send to German Jews, especially considering that, “The original synagogue in Wuppertal was burned by Germans during the Kristallnacht pogroms in 1938.” This is absolutely chilling.

The Growing Antisemitism
A 2013 survey revealed that 1 in 4 European Jews was afraid to wear a yarmulke (or kippah), the head-covering worn by religious Jews. In 2015, it was reported that the Central Council of Jews in Germany warned religious Jews not to wear a kippah for fear of their safety. And in 2016, in Berlin, “Unknown perpetrators kicked and beat a 21-year-old Jewish man wearing a kippah after slurring him with anti-Semitic insults.”

This represents a dangerous, unnerving trend, and the regional court’s decision to uphold the preposterous ruling of the lower court certainly sends a dangerous signal.

Given the efforts that Germany makes to distance itself from the Holocaust — including making it a crime to deny the Holocaust — one would think that if there was any act that would be promptly condemned by the German courts, it would be setting a synagogue on fire. Yet a synagogue that was originally burned by the Nazis in 1938 is torched by Muslims in 2014, and two courts say, “Not a big deal. We understand your frustration.”

With good reason Robert Spencer exclaimed, “Meet the new Germany, same as the old Germany. This ruling is the apotheosis of Islamopandering. Would a German court say that the attempted torching of a mosque was a justified criticism of jihad terror attacks? Of course not. Nor should it. But this ruling shows how desperate German authorities are to appease their rapidly growing and increasingly aggressive Muslim population.”

According to the first court’s ruling in 2015, the Palestinian attackers “wanted to draw ‘attention to the Gaza conflict’ with Israel. Moreover, “The court deemed the attack not to be motivated by antisemitism.” What kind of drivel is this?

These Muslims did not attack the Israeli embassy in Germany, which, in theory, could have served as an illegal protest of Israeli policies — in this case, Israel’s war on Hamas terrorists — without raising the charge of antisemitism. But they didn’t torch the embassy, nor did they specifically target Israelis, which, again, while being ugly and illegal, could have theoretically been directed as Israel in particular rather than at Jews in general.

But these Palestinian men attacked a Jewish synagogue in Wuppertal, thereby holding all Jews responsible for Israel’s actions, and thereby engaging in a blatant, antisemitic act. In that same spirit, when Israel previously waged war on Hamas in 2009, a female Muslim protester at a demonstration in Fort Lauderdale, FL, cried out, “Go back to the oven. You need a big oven, that’s what you need.”

Yes, those evil Jews deserve to be exterminated, and what Israel does, all Jews do. As Martin Luther King, Jr., reportedly said in 1968, “When people criticize Zionists, they mean Jews. You’re talking anti-Semitism.”

While this dictum is not always true, it is quite often true, and in the case of Palestinian Muslims expressing their frustration with Israel by throwing Molotov cocktails at a synagogue, it is definitely true.

History Can Repeat Itself
The lesson of all this is clear: German Jews, along with European Jews in general, have no business thinking that history cannot repeat itself. Numerous articles document the steadily rising tide of antisemitism in Europe, and just as the handwriting was on the wall in Germany long before 1938, the handwriting is forming on the wall again. (Consider that the blatantly antisemitic Nuremburg laws, which “excluded German Jews from Reich citizenship and prohibited them from marrying or having sexual relations with persons of ‘German or related blood’,” among other restrictions, were instituted in 1935.)

This recent court ruling, upholding the earlier court’s decision, should serve as a wake-up call to all Jews in Germany. It also should serve as a wake-up call to all people of conscience in Germany, especially professing Christians. Will you stand idly by, or will you take a stand with the Jewish people of your nation?

History is watching once again.

Source: Dr. Michael Brown

Embora este fato tenha acontecido ano passado, quero deixar registrado aqui, por entender ter sido este um dos acontecimentos importantes de 2016!


No dia 13 de outubro de 2016, a UNESCO (“Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura”) deu a aprovação preliminar a uma resolução ignorando qualquer vínculo entre o Monte do Templo e o Judaísmo. 24 nações votaram a favor, 26 se abstiveram, e apenas seis votaram contra a resolução. Esses seis foram os Estados Unidos, Grã-Bretanha, Lituânia, Holanda, Alemanha e Estônia. O Monte, junto com o muro ocidental adjacente (Lamentações) em Jerusalém é considerado pelos judeus e cristãos como o lugar mais sagrado na terra – o lugar onde os dois templos estavam, e o lugar onde o Messias um dia reinará (Salmo 2 ).

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, comentou, naquela quinta-feira (13 de outubro de 2016), sobre a decisão da Unesco durante um encontro do Círculo de Estudo da Bíblia em sua residência, em Jerusalém.

“Hoje, a organização adotou outra decisão delirante afirmando que o Povo Judeu não tem ligação com o Monte do Templo ou com o Muro das Lamentações. Mesmo que eles não leiam a Bíblia, eu sugeriria aos membros da Unesco que visitem o Arco de Tito, em Roma. Nele, pode-se ver que os romanos trouxeram para Roma depois de destruírem e saquearem o Segundo Templo, no Monte do Templo, há 2 mil anos. Lá, gravada no Arco de Tito, está a Menorá de sete braços que é o símbolo do Povo Judeu e, lembro a vocês, também é o símbolo do Estado Judeu, atualmente.
Em breve, a Unesco vai dizer que o Imperador Tito estava envolvido em propaganda sionista.
Dizer que Israel não tem ligação com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações é como dizer que a China não tem ligação com a Grande Muralha da China ou que o Egito não tem ligação com as pirâmides. Com essa decisão absurda, a Unesco perdeu a pouco legitimidade que ainda lhe restava.
Mas eu acredito que a verdade histórica é mais forte e a verdade prevalecerá. E, hoje, estamos lidando com a verdade”.

 

Resolução da Unesco