Publicado em Atributos de Deus, Escrituras Sagradas

Caminhando pelas plantações e contemplando a Sabedoria do Eterno

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Uma pequena plantação de aveia

Morando numa área de plantações, temos observado nestes dias plantações de trigo e outros cereais ao nosso redor.  É lindo ver esse campos crescendo e amadurecendo bem diante de nossos olhos. Logo estarão prontos pra colheita.

Na Palavra de Deus encontramos muitos textos sobre plantações. Um destes nos foi entregue pelo profeta Isaías, a mais de dois mil anos.  É um daqueles textos que sempre que leio fico maravilhada, deslumbrada com a beleza das palavras que nos ensinam algo sobre a arte de plantar e colher. Mesmo com todo o crescimento tecnológico que encontra-se hoje a disposição dos agricultores, é importante lembrar que há uma sabedoria, conselho que deve ser sempre lembrada.  Vamos refletir com o texto abaixo 🙂

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Plantação de cevada ainda verde
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Plantação de cevada já madura
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Plantação de trigo numa manhã ensolarada

“Ouçam, escutem a minha voz;   prestem atenção, ouçam o que eu digo.
24 Quando o agricultor ara a terra
    para o plantio, só faz isso o tempo todo?
Só fica abrindo sulcos
    e gradeando o solo?
25 Depois de nivelado o solo,
    ele não semeia o endro e não espalha
    as sementes do cominho?
Não planta o trigo no lugar certo,
a cevada no terreno próprio
    e o trigo duro nas bordas?
26 O seu Deus o instrui
    e lhe ensina o caminho.
27 Não se debulha o endro com trilhadeira,
e sobre o cominho não se faz passar roda de carro;
tira-se o endro com vara,
e o cominho com um pedaço de pau.
28 É preciso moer o cereal para fazer pão;
    por isso ninguém o fica
    trilhando para sempre.
Fazem passar as rodas da trilhadeira
    sobre o trigo,                                            mas os seus cavalos não o trituram.
29 Isso tudo vem da parte
    do Senhor dos Exércitos,
maravilhoso em conselhos
    e magnífico em sabedoria”.  

(Isaías 28:23-29)


Todas as fotos foram feitas por nós, perto de onde moramos, aqui no sudoeste da Alemanha.

Publicado em Igreja Perseguida, Missões

Até quando Senhor?

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Hoje compartilho com vocês a história de um adolescente paquistanês, seguidor de Jesus. Noman Masih um adolescente de 13 anos que nasceu em Lahore, Paquistão. Já bem jovem aprendeu a profissão de costureiro. Dias atrás ele conversava com dois motoqueiros e quando os homens descobriram o nome dele completo, sendo que Masih significa “Messias-Cristo”, eles ficaram muito furiosos. Os homens agiram agressivamente contra o adolescente e jogaram gasolina em seu corpo, ateando fogo. Logo em seguida, eles fugiram. Noman teve 55% do seu corpo queimado, ficou internado por 5 dias, mas não resistiu e veio a falecer.

Embora nós sempre lidamos com incidentes iguais a esse aqui no Oriente Médio, a história desse adolescente realmente nos deixou com o coração ferido. Quando isso vai acabar? Quando cessarão esses ataques, simplesmente por causa da diferença de fé?  Por que não podemos proclamar nossa fé com liberdade nos países islâmicos? Quando as autoridades desse mundo vão acordar para o perigo chamado “Islã”?

Ficamos como o salmista no Salmo 13, até quando Senhor? Ainda bem que nossa esperança não está nesse mundo, nem nos homens que governam esse mundo, nossa esperança está Naquele que domina todas as nações.

Como Igreja,  precisamos acordar, dobrar nossos joelhos e mudar essa situação através do clamor dos crentes. Que assim seja!

(De acordo com o relato de um obreiro brasileiro que trabalha num país muçulmano)


 

Salmo 13:1-3

“Até quando te esquecerás de mim, Senhor?  Para sempre?  Até quando esconderás de mim o teu rosto?   Até quando consultarei com a minha alma, tendo tristeza no meu coração cada dia? Até quando se exaltará sobre mim o meu inimigo?  Atenta em mim, ouve-me, ó Senhor, meu Deus; alumia os meus olhos para que eu não adormeça na morte;  para que o meu inimigo não diga: Prevaleci contra ele; e os meus adversários se não alegrem, vindo eu a vacilar.”

Publicado em Missões, Nações

Começou o mês do Ramadã

“Assim diz o Senhor: Maldito é o homem que confia no homem, que faz da carne mortal o seu braço, mas cujo coração se afasta do Senhor.  Ele será como um arbusto solitário no deserto e não verá quando vier o bem. Habitará nos lugares secos do deserto, numa terra salgada e inabitável”                 (Jeremias 17:5,6)

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Este ano, o início do mês muçulmano do Ramadã (Quinta-feira, 18 de junho) coincide com o primeiro dia do quarto mês do calendário hebraico (Tammuz). Ramadã significa “calor intenso ou secura escaldante, especialmente vindo do chão.”    O jejum durante o dia (que inclui tanto comida quanto água) é um dos cinco pilares do Islã, e com exceção de certos casos específicos, o jejum é obrigatório para todos os muçulmanos adultos, independentemente do sexo. O mês migra para trás através das estações do ano, chegando a cada ano cerca de 11 dias mais cedo do que o anterior. Esse ano o Ramadã ocorre novamente no período de calor mais feroz do verão no Oriente Médio, colocando um sofrimento físico espantosamente difícil nesses muçulmanos que vivem e trabalham ali. Às vezes, é explicado que o Ramadã “castiga os pecados com boas ações, mesmo quando o sol queima a terra.”

No entanto, “sem derramamento de sangue, não há remissão dos pecados” (Hb. 9:22). Dependente apenas de suas próprias obras de justiça, o homem está sob uma maldição (Ver Jeremias 17: 5-6 acima), e apenas a aridez permanece.

VAMOS ORAR?
1) Por misericórdia sobre os milhões de muçulmanos que estarão jejuando todos os dias do Ramadã e  tentarão fazer boas ações para a purificação dos pecados. Que eles sejam libertados da escravidão do “calor abrasador e secura” do Islã, e venham para as águas de Jesus (Isaías 55: 1; João 07:37). Ore por milagres (sonhos, visões…) entre os muçulmanos, e que aqueles que estão realmente buscando a verdade  possam encontrá-la e ser  livres.
2) Um hadith muçulmano declara que “Quando o mês do Ramadão começa, as portas do Paraíso estão abertas e as portas do inferno- fogo estão fechados e os demônios  acorrentados”. Mas é claro que o oposto é verdadeiro! Durante este tempo em que jejum e fervorosa adoração a outro deus está ocorrendo, o demônios são fortalecidos, e grande turbulência pode se despertar nos céus  dessas nações. Ore por proteção sobre Israel durante este mês e que o Corpo de Cristo em Israel (e em todo o mundo) seria sóbrio, alerta e atento à direção do Espírito Santo.
Publicado em Coisas do dia-a-dia, Nossa história

Good-bye Ox!!

P1090848Hoje foi o dia de nos despedirmos dele, o carro que nos conduziu por quatro anos aqui na Alemanha. Data de fabricação 1990 – nos custou 700 euros e só conseguimos 30 euros, depois de vários meses aguardando um comprador.

Talvez alguns podem se surpreender com o valor que encontramos pelo carro, mas essa é a realidade, numa terra  de abundâncias,  ninguém quer ter um carro que tenha mais de 15 anos…

Demos a ele o nome de Ox pois apesar de ser um carro velho foi sempre muito forte, nosso companheiro fiel em muitas viagens missionárias aqui na Alemanha.

Com ele viajamos cerca de 95 mil quilômetros,  por vários estados da Alemanha, bem como França e Suíça. Em 2013 ele nos levou até à Polônia, onde participamos de uma conferência em Auschwitz.

Nos quatro anos só quebrou uma vez, mas foi até engraçado, pois quando ele apagou, saímos do carro e pra nossa surpresa vimos que estávamos bem em frente a uma oficina mecânica…Deus é muito bom!!

Publicado em Escrituras Sagradas, Israel

Manuscrito mais antigo dos Dez mandamentos exposto no Museu de Israel em Jerusalém

Estudiosos da Bíblia creem que foi durante Shavuot  que a Palavra desceu no monte Sinai, os Dez de Mandamentos, o prumo da justiça de Deus, pelos quais o seu povo seria capaz de se tornar uma sociedade baseada nos justos julgamentos, liberados para Israel e para o mundo.

Portanto, além de celebrar a festa das primícias e Pentecostes, Shavuot celebra a revelação da Torá entregue ao povo de Israel, por volta de 1300 a.C.

Nestes dias, o Museu de Israel, colocou pela primeira vez em exposição para visitação pública, a cópia mais antiga e completa, que se tem conhecimento, dos Dez Mandamentos. E isso em Jerusalém.

Este manuscrito antigo, pensa-se cerca de 2000 anos, foi descoberto décadas atrás, perto do Mar Morto.

Desde sua Descoberta, ele tem, devido à sua fragilidade, sido mantido quase continuamente na mais completa Escuridão.  Para esta exposição, será permitido ver a luz do dia por apenas algumas semanas, após o que serão substituídos no processo por um fac-símile exato.

Durante esta temporada em que os padrões aceitos internacionalmente para decidir o que é certo ou errado, moral ou imoral, começaram a ruir  em ritmo acelerado não imaginado por mil anos, achamos impactante que este documento antigo, o próprio documento sobre o qual essas normas foram baseadas, seja trazido à luz em Jerusalém… durante esta época de Shavuot (quando foi lançado pela primeira vez para a humanidade).

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