YOM KIPPUR e o testemunho de uma judia que encontrou Jesus

CORDEIRO2
Cresci jejuando no Yom Kippur desde bem pequena. Já que morávamos a um bloco da sinagoga, membros da família e amigos frequentemente gastavam os intervalos das reuniões na casa de meus pais. Ainda relembro-me que por anos, perguntei ao meu pai, meus tios, primos, meu rabino: “Onde está o sacrifício? onde está? Se seguimos todas estas normas e regulamentos, onde está o sacrifício?

Depois que me tornei uma seguidora de Yeshua*, tudo isto passou a ter sentido para mim. Eu sei que esta pergunta que queimava em meu jovem coração, era o Espírito Santo direcionando-me para a vida expiatória de Yeshua. Como sou grata pelo trabalho dele em mim e pelo coração questionador que Ele me deu!”

Assim como havia dois bodes (no dia da expiação), deve haver ambos um sacrifício pelo pecado e um “carregador dos pecados”. João viu Jesus vindo até ele quando estava batizando aqueles que se arrependiam no rio Jordão, e ele exclamou, “Hineh! Seh haElohim ha’noseh hatat ha’Olam!’- “Olhem! o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.” O Rei Davi entendeu isto. No salmo 25 ele pede perdão pelos pecados duas vezes. Contudo a palavra que frequentemente é traduzida como perdão no verso 18 é diferente daquela usada no verso 11; no primeiro a palavra significa “perdoar”, no segundo ela significa literalmente “carregar”. Perdão de pecados requer ambos um sacrifício de sangue para purificar, e um carregador dos pecados, pra toma-los sobre si. O verso 22 clama a Elohim para “redimir Israel de todas as suas tribulações.” Eles nunca poderão fazer isto por si mesmo, somente o Seu Deus pode prover redenção completa, e isto através do trabalho de Seu Filho: Jesus Cristo.

(*) Yeshua, é o nome de Jesus em hebraico.

(De acordo com o Testemunho de N.S, uma discípula, seguidora de Jesus que vive em Jerusalem)

SÍRIA: Um chamado aos Sentinelas!!

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Coisas terríveis estão acontecendo nestes dias na Síria. Como sentinelas, não podemos simplesmente ver ou ler as notícias e ficar parado como se nada tivesse acontecendo. Precisamos nos colocar a postos, em nossa posição de autoridade e clamar por uma intervenção divina!

Hoje, dia 11 de setembro é aniversário de Bashar Al-Assad, o oftalmo, que não queria ser presidente!
Apesar de tudo o que tem acontecido na Síria, todos reconhecem que ele sempre foi bom para os cristãos de lá. Então, que tal orarmos pela vida dele e do povo sírio, aproveitando a data que é um marco histórico?!

Reflexões sobre a bondade de Deus (I)

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O tema “Bondade de Deus” tem me fascinado nos últimos dias. Creio que muitos concordam que Deus é Santo e Justo, mas será que concordam também, que o Deus verdadeiro é totalmente Bom??
Lendo um dos escritos de Tozer deparei-me com uma pérola, que compartilho abaixo com voces. O meu desejo é incluir mais algumas reflexões sobre o tema, ao longo desse mês.

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“A bondade de Deus é o motivo de todas as bênçãos que Ele nos outorga dia a dia. Deus nos criou pela bondade do Seu coração e nos redimiu pela mesma razão.
Toda a perspectiva da humanidade mudaria se pudéssemos compreender que vivemos sob um céu amigo e que o Deus dos céus, embora exaltado em poder e majestade, anseia pela nossa amizade.” (Mais perto de Deus / A.W. Tozer)

 

(Fotos: foram feitas por mim, perto de onde moramos aqui na Markgräflerland-Alemanha)

A reticência e o Mar de fogo

Dentro do coração que quer falar a Deus, lutam sempre a compulsão e a reticência. (…) Nós nos consolamos, no entanto, com a idéia de que é Deus que coloca em nossos corações o desejo de buscá-lO, tornando possível conhece-lo em parte, e Ele se agrada do mais frágil esforço para torná-lO conhecido.

Se algum observador ou santo que tivesse passado séculos ao lado do mar de fogo, descesse à terra, como seria sem significado para ele a tagarelice incessante dos homens. Como lhe seriam estranhas e como pareceriam vazias as palavras triviais, áridas e inúteis que hoje se ouvem na maioria dos púlpitos todas as semanas. E se algúem fosse falar aqui na terra, não falaria sem dúvida de Deus, fascinando os seus ouvintes com as descrições extasiadas da Divindade? E depois de ouvi-lo, será que consentiríamos novamente em aceitar qualquer coisa inferior à teologia, a doutrina de Deus? Não exigiríamos depois de tal experiencia, qu nos falassem tão-somente da visão do próprio Deus ou então que se calassem totalmente?”

(Mais perto de Deus – A.W. Tozer)

A reticência e o Mar de fogo…